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segunda-feira, 23 de abril de 2012


Operação Sanguessuga

Ex-prefeito é condenado por dano aos cofres públicos

O ex-prefeito sergipano de Monte Alegre, João Viera de Aragão, e Ailton Silva Aragão, presidente da Comissão de Licitação do município, foram condenados solidariamente. Eles são acusados de favorecer, em licitação, empresas denunciadas pela operação Sanguessuga, que em 2006 apurou esquema de fraudes na aquisição de ambulâncias.
A 6ª Vara Federal da Secção Judiciária de Itabaiana (SE) acatou parcialmente os argumentos da Procuradoria. Afirmou que a condenação se aplicaria apenas ao ex-gestor do município e ao servidor presidente da Comissão de Licitação. Na decisão, ele entendeu que os outros dois envolvidos apenas "asseguravam a composição numérica da Comissão" e assim estariam livres da pena.
A União apelou ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região pedindo que a sentença fosse reformulada. E que todos envolvidos nos atos de improbidade fossem condenados. A Procuradoria da União afirmou que a responsabilidade é de todos os membros da Comissão, pois sem a participação destes as irregularidades não existiriam.
A Procuradoria da União (PU), em Sergipe, ajuizou Ação Civil Pública por improbidade administrativa para que o ex-prefeito e outros três membros da comissão reparassem o dano causado aos cofres públicos. Além disso, o órgão pediu o pagamento de multa equivalente ao dobro do prejuízo.
Na ação, os advogados solicitaram ainda a proibição dos envolvidos de firmar contratos com o Poder Público por cinco anos, além da suspensão dos direitos políticos por oito anos e da perda de cargo ou função pública assumida pelos acusados.
Deflagrada pela Polícia Federal, em maio de 2006, a Operação Sanguessuga foi responsável por desarticular fraudes em licitações para aquisição de ambulâncias. O esquema, que consistia no desvio de verbas destinadas a compra de Unidades Móveis de Saúde, teve o envolvimento de dezenas de parlamentares. Segundo a Polícia Federal, a organização negociou o fornecimento de mais de mil ambulâncias em todo o país, totalizando uma movimentação financeira de cerca de R$ 110 milhões. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

domingo, 22 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Anônimo disse .... às 10:13

orlei; uso remédios de uso continuo pois infelizmente contrai uma doença que exige isso;sei que tenho direito amparado por lei de pegar esses remédios todos os meses na saúde publica mas infelizmente isso não acontece todos os meses que vou pegar os remédios funcionários alegam que o Willian ainda não mandou o remédio da ultima vez que fui la disseram que não tinham nem previsão para vir pois na saúde não tinha nem esparadrapo para curativos tal e o descaso com essa gestão para com o povo essas foram as palavras dos próprios funcionários da saúde gostaria que você me instruísse quais os meios legais de eu exigir esse meu direito; pois já fui ate no promotor mais de nada adiantou.

Uma vergonha o que acontece com a saúde pública de Morretes, fizeram um convênio estranho com a farmácia do Vereador Willians, aí os próprios funcionários da saúde dizem que a tal farmácia não tem os remédios para atender as necessidades da população, é de se perguntar então quem fez tal convênio? Com tantas farmácias em Morretes, e esta situação de favorecer o vereador em questão não é só deste governo, já no governo Helder o tal  Vereador recebia, vamos dizer assim, tratamento bastante previlegiado. A Lei diz que cabe ao estado, neste caso representado, pela Prefeitura de Morretes garantir a saúde do povo. O que nos causa espanto é o fato desta administração não ter recursos para comprar esparadrapos e querer de forma arbitrária municipalizar o HMM. São atitudes conflitantes como essas que levam o povo a desacreditar nesta administração. É compreensível tanto descalabro na saúde do municipio, afinal a própria secretária vive num conflito intímo entre atender o senhor de hoje ou se resguardar para o senhor de amanhã, o mesmo senhor de ontem. E o povo que precisa desta estrutura e que paga a conta, é que sofre as consequências de tanta incompetência. Que venha outubro! 

quarta-feira, 18 de abril de 2012


A Policia Militar, através da equipe comandada pelo Sgto Geferson e o CB Da Silva, tirou das ruas quase dois kilos de maconha, que com certeza seria vendida para os jovens de nossa cidade. A abordagem se deu na rua 15 de Novembro, com a prisão do Roberto Marques Soares, de Antonina. Nesta abordagem a equipe do Sgto Geferson acabou encontrando a droga e efetuou a prisão do portador. Participaram desta prisão os soldados Marcy, Ricardo, Huber e Eleutéro. A PM com essa prisão e outras que temos conhecimento da mostras de estar atenta a esta questão que traz tanta tristeza e dissabores a nossa sociedade. Esta busca é infinita, o tráfico não da tréguas, mas atitudes como essas nos da esperança de dias melhores na segurança da cidade.

Quem será ...Quem será ? Vamos ver se os leitores do blog adivinham qual a empresa ganhou a licitação para locação de  luzes, som, shows e outras cositas mais e quanto vai custar para o municipio?
Vamos ver se os nossos leitores conseguem adivinhar......

Quem falou Gilmar,Audio Técnica acertou e quem falou R$ 63.400,00 também acertou. 

Isso mostra a carência  neste país de empresas voltadas ao entretenimento, organizações de festas e shows, pois essa empresa fez a festa de 31 de outubro, o Carnaval, a Festa Feira. 
 

terça-feira, 17 de abril de 2012


Ôpa ...Nem começou kkkkkkk e já nervoso desse jeito?...Muita calma nesta hora!
Não aguenta até outubro kkkkkkkk

segunda-feira, 16 de abril de 2012

SAUDADES


Neste domingo estava conversando com alguns amigos do tempo de escola aqui de Morretes e as lembranças quase nos levaram as lágrimas. Falamos das pessoas importantes da cidade que já não estão por aqui, locais que  não existem mais, brincadeiras que já não se brincam, namoros no cinema, o footing das meninas na calçada entre o João Grande e o Bar do seu Schimure. Muitas lembranças. Escutar futebol paulista na porta do banco nas noites de quarta feira, eu, Zé Eros, Brandão torcíamos ali para o Santos FC, Arlindo, João Carvalho, Pedro eram corinthianos, Paulo, meu primo palmeirense roxo, era um bate boca incrível ali na esquina do banco ou sentados no muro do grupo. As brincadeiras de pega de bicicleta, que o Renato Nicolau nunca gostava de perder, o João Brito e a sua bicicleta insólita,  valendo a cidade inteira, as vinas assadas e o bife com queijo do seu Jamil,  as musica tocadas pelo Dorival Costa,
no cinema antes dos filmes nas quinta feiras e sábados a noite, as meninas indo e vindo em grupos de três, quatro, entre o açougue e o Bar do seu Schimure, uma figura agradável com seu bigode branco de algodão, que fazia um sorvete delicioso, meu preferido era o de limão, enquanto a rapaziada ficava no Bar do Jamil combinando com as passantes, sentar juntos no cinema,   para engatar um namoro ou pelo menos roubar um beijo no escurinho do cinema. As tardes de domingo antes do futebol no Operário ou no Cruzeiro, o papo ali na esquina do Maia, depois o futebol, com muita discussão, brigas e a noite mais um cineminha esperto.Tinha também as sinucas e o Pebolim no Bar do Robassa, a goiabada da tia Lily, a conversa sempre agradável com D. Desauda, o café da tarde na Vó Rosa, ali ao lado do Malucelli.  Comer quibe no Vô Santiago, nadar no Nhundiaquara, esperar o Lelo achar a pedra para que os "pregos" da natação, como eu, pudessem atravessar o rio, os banhos na química, escondidinho com as gurias do colégio, o churrasco com o Vô Inhozinho aos sábados no Lorusso antes do cinema, as carroças de cana atacadas pela gurizada na quinze e o chicote dos carroceiro cantando forte, mas cada um saia com a sua e
 íamos para as sombras da barranca chupar as canas. Tempos incríveis, quando os mais velhos eram respeitados, jogávamos o futebol no Foltran com um poste no meio do campo,  no campinho do Santin ou no Rocio. Pessoas importantes como seu Carlito, Chain, d. Maria, Roberto França, Joanito Ayrosa,  Souza, avô do Cel Sérgio,  Ataliba, latoeiro,  Alfredo Silva, Amilton Lopes, Leo Hunzicker, Neno Stocco, Alfredo Gnatta, Seu Guy, sempre estressado, Miguel Maceno, Honilson Madalozo, alfaiate, seu Rosa e muitos outros. O meninão Cavagnolli sempre sorridente com sua bicicleta preta. Morretes era outra, os critérios de valorização humana eram outros. No Colégio o respeito pelos professores era imperativo, professores difíceis de lidar, duros, mas que conseguiam dar suas aulas sem problemas com qualquer tipo de aluno. O professor Ivo, Professor Agostinho Veronese, Dilson Pinto, Nazir Daher, d. Marlene, D. Roselis, muito braba,  D. Polonia, e outros professores, as meninas tinham a opção da escola normal, com D. Lia, D. Diocléa, e ainda a escola de Comércio a noite, que tinha como Diretor o Prof. Nazir, sempre irritado com a barulho que nós fazíamos ali fora. Um tempo muito interessante, com bailes incríveis no 7 de Setembro, no Operário, as festas religiosas, o Corpus Christi, quando a cidade inteira se envolvia na decoração das ruas, os desfiles de 31 de outubro, o uniforme do colégio, camisa branca e calça azul, as meninas de saias azul e blusa branca, e que saias, enfim Morretes sempre foi um lugar maravilhoso para se viver, mudam-se os costumes, as pessoas se vão, mas a cidade continua linda, acolhedora, apaixonante, muito perto do que deve ser viver no paraíso. Mas eu ainda prefiro Morretes.