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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

APENAS UM TESTE

                        APENAS UM TESTE

                    VEM COISA BOA POR AÍ 




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

O TEATRO E A VERDADE



Em 2002, o governador Jaime Lerner, transformou o então cine teatro de Morretes num dos treze teatros recuperados no Projeto “O VELHO CINEMA NOVO”. Além da reforma do prédio, o nosso cinema recebeu uma completíssima estrutura de teatro e cinema. Equipamentos de última geração, tela eletrônica, iluminação com canhões moderníssimos, som com caixas e microfones com fio e sem fio, mesas de operação para luzes e som, projetor de cinema digital de ultima geração, ar condicionado central, ar condicionado nos camarins, elevador para mobilidade de pessoas com necessidades especiais, banheiros masculino e feminino, banheiro para pessoas com necessidades especiais, um bar equipado, enfim toda a estrutura necessária para que Morretes pudesse alavancar uma história de cultura digna dos nossos antepassados. Nestes últimos anos doze dos quais tendo o Helder como Prefeito o teatro foi sucateado, sumiram todos os equipamentos, microfones, caixas, multimidia, além da destruição do que não conseguiram levar, o projetor de cinema foi roubado, enfim o nosso teatro foi tratado com relaxo e descaso, até a chegada do prefeito Marajá. Quando o governo Marajá completou 71 dias exatos, no dia 11 de março de 2017, o Juiz Substituto, Christiano Camargo, alegando “...-que a saúde e a integridade física do público estão ameaçadas...” determinou a imediata interdição do nosso Cine Teatro Municipal de Morretes. A partir dali, considerando o discurso do senhor Juiz Christiano Camargo a administração resolveu manter o teatro fechado até conseguir os recursos suficientes para fazer frente a todas as necessidades daquela casa de espetáculos. As condições impostas pelo prefeito na utilização destes recursos seriam que de forma alguma estas despesas trouxessem algum tipo de desconforto para a Saúde Pública e para a Educação. Após dois anos correndo atrás de recursos de gabinetes em gabinetes o prefeito então, no dia 08 de fevereiro passado nos chamou e avisou que iriamos arrumar o teatro, devagar com recursos do município, a ideia era aprontar o teatro até o dia 31 de outubro de 2019, dia do aniversario da cidade. A partir dai, no dia 13 de fevereiro, contatamos a Defesa Civíl, doc. anexo*, para que esta instituição fizesse uma avaliação geral no quesito segurança, pois o teatro apresenta rachaduras, problemas graves na rede elétrica, a escada que acessa o mezanino está instável, correndo o risco de desabar, os aparelhos de ar condicionado (03) não funcionam, assoalho cedendo em alguns pontos e outros problemas de menor monta. Apresentamos o doc. que narra os problemas do teatro, doc. anexo*, e aí o município dentro da sua realidade financeira, vai colocar pelo menos o prédio do teatro apto para atender a população. É importante salientar que durante todo o período de fechamento do teatro a administração manteve ali 02 servidores para cuidar da limpeza, 02 guardiões para cuidar a noite. Fato é que apenas atender a colocação da porta de emergência, luzes de emergência e plaquetas indicando entrada e saída, podem dar aparência de solução, mas, com certeza, continuara pondo em risco a vida de seus usuários. A propósito, desde o fechamento, cumpriu se a risca a determinação judicial, proibindo a entrada de pessoas visitantes ou o uso do teatro para manifestações artísticas e social. Posto isso é muito importante deixar claro que todos os problemas estruturais do teatro fotam herdados do governo Helder, pois seria um milagre o prefeito Maraja causar tantos problemas em apenas 71 dias. Neste caso específico, jogar a culpa no Marajá é com certeza um ato politico com endereço e intenções definidas. Seguem os documentos.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

..O FIM DO JORNALISMO....


Tempos de vergonha alheia, o fim do jornalismo e só falta eu ver, também, Jesus trepando no pé da goiabeira


Pedro Ribeiro
Bato no peito e faço mea culpa. Com 40 anos de profissão, vejo o jornalismo indo para o brejo, informando só o que lhe convém, defendendo ideologias cruéis e não servindo à sociedade, como deveria ser o seu papel. O que observo e lamento são redações saqueadas por jornalistas e ditos formadores de opinião dispostos a tratar meias verdades como realidade e como se meias verdades existissem na realidade. Há uma descaracterização gritante, onde a maioria agride fatos e se pautam em omissões, ideologias e má-fé, entre outros. Neste naufrágio, salva-se destacadas exceções. Como faço parte da velha mídia também a vejo de olhos e ouvidos fechados, deixando o leitor sem a precisa informação e forçando-o a buscar conhecimentos na internet ou no jornalismo de internet, o que é pior. Insisto em afirmar que, para mim, o que mudou não foi a imprensa, mas os jornalistas engajados que tomaram conta das redações, pretensiosamente politizados e que, na verdade, não passam de tendenciosos, corporativos e profundamente despreparados para o exercício da função profissional.

Não me recordo nestes anos todos da árdua labuta de jornalista, na busca de informações verdadeiras, checadas e confirmadas, de um momento de ceticismo e de desconfiança com a imprensa brasileira. Sou do tempo do jornalismo jurássico, que ainda preservo por formação, da imparcialidade e distanciamento de juízo de valores sobre fatos, porque na minha escola de profissão, isso cabe exclusivamente ao leitor.
Mas como articulista, conquistei esse espaço que assino e respondo pelas opiniões que expresso, para manifestar também que, em nenhuma quadra da minha atividade profissional me deparei com a sensação do lastimável estado de degradação que vivemos hoje em relação ao respeito às instituições de poder e aos rituais de cargos que honram qualquer República.

Nem mesmo o arbitrário exercício de poder do período dos regimes militares que conduziram o Pais pós 64, ousou desmerecer a inteligência popular e o senso comum. Havia respeito e ritual aos cargos de representação de poder da Nação brasileira, ainda que  em todos os demais e já conhecidos aspectos fosse nos suprimido direitos, como o da manifestação de opinião, como faço agora.

A imprensa hoje, de modo geral, permanece contaminada pelo denuncismo a qualquer custo, vive um jornalismo pretensamente investigativo, mas, ainda que ele seja necessário, secundou questões importantes de interesse real da população. Mediocrizou opiniões e relegou a critica e a resistência à escolha de pessoas sem qualificação para assumir postos de representação federativa. No máximo, o tema é tratado com deboche, como caricatura.

Não é admissível na razão simples que um ministro de Relações Exteriores ignore estudos científicos e diga que o efeito estufa é dogma e invenção marxista, coisa de comunista, ainda que haja exageros. Não é admissível que uma ministra, professe ela a religião ou a seita que quiser, diga que, em sua febre devota viu Jesus trepado em um pé de goiaba e que essa é a razão de sua verdade. E por ai afora…

Manifestações como essas beiram ao escárnio, nos colocam na berlinda da chacota, imbecilizam por extensão a todos nós, passivos servos de asneiras e loucuras de quem pretensamente vai nos representar. Isso tem sido recorrente depois da eleição de Collor, com declarações de certos ministros de então, de que cachorro também era ser humano, coisa imexível do seu conceito. E seguiu nesse diapasão até ao mais alto cargo da República, quando a alta mandatária pensava que estocar vento era tecnologia de ponta.
Podem ser apenas digressões que faço, mas nunca me senti com tanta vergonha alheia. E, o que é pior, por gente que nos representa. E por uma imprensa omissa na representação do razoável, do mínimo do papel e da missão a que deveria se propor.
Ou alguém pode informar sobre o que pensa o novo governo que vai assumir, sobre o que ele fará para reduzir os abusivos juros do cheque especial, cartões de crédito, empréstimos…

Ou como e o onde vai direcionar empregos com investimentos públicos e privados para reduzir a taxa de desemprego hoje em mais de 13 milhões de pessoas, tendo déficit fiscal estimado em R$ 259 bilhões em 2019? E tantos outros temas como, por exemplo,
a vergonha das filas em hospitais públicos, com gente morrendo sem atendimento e mulher dando à luz em pleno corredor da enfermaria sem qualquer assistência médica?

Mas o que prevalece, ainda que com certa razão, é a notícia de que a ministra viu Jesus trepado numa goiabeira.

Dá para ter vergonha, ou não?




quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

HERANÇA DOS INFERNOS


Caiu nas minhas mãos a retratação do cidadão Willian Fernandez para com o Conselho Tutelar, pelo fato deste ter tratado o Conselho Tutelar e por conseguinte seus membros de forma desrespeitosa. Fe lo porque a força da lei exigiu. Pois bem, acontece que na tal retratação ele foi incisivo ao acusar a administração do Osmair Costa de incompetente, alegando que só cometeu o tal exagero por conta da ineficácia dos atuais servidores. Sempre lembrando que o tal erro foi cometido em 2016, antes então do Marajá assumir o governo. Esta e outras afirmativas negativas contra a atual administração, tanto dele quanto de outros do grupo, nos levou a refletir qual a motivação de tal comportamento agressivo e profundamente hostil. Devemos sempre lembrar que 90% ou até mais dos problemas desta administração tratada com tanto ódio por essas pessoas foi herdada do governo Helder. Senão vejamos, os salários de dezembro dos comissionados do governo Helder foi o primeiro ato do Marajá ao assumir a Prefeitura, a licitação da rodoviária que causou tantos problemas foi gerada no governo Helder, a estrada da América hoje tão cobrada, deveria ter sido recuperada naquela administração, pois a placa estranhamente plantada a beira daquela estrada dizia a data do início das obras e a data da entrega das tais benfeitorias, nada foi feito, a estrada ficou da mesma forma, a questão do hospital que segundo os heróis do whatsapp chove mais dentro que fora, veio também daquela administração que por interesses alheios aos do interesse publico num contrato temerário, pagava uma fortuna para uma terceirizada para gerenciar apenas o pessoal deixando a deriva a estrutura física do hospital então recém-reformado pela gestão Amílton de Paula, hoje o Prefeito terá que devolver mais de 340 mil reais para os cofres públicos por conta de multas e a HYGEA tendo que recorrer para não devolver R$3.400.000,00 ao município, o Teatro Municipal, com 71 dias desta Administração foi lacrado pelo MP por motivo de segurança, segundo o despacho do Juiz por “trazer risco a integridade das pessoas”, além é claro de terem rapinadop o teatro nos seus equipamentos, trazido no projeto o “VELHO CINEMA NOVO” do governador de então Jaime Lerner, a Casa Rocha Pombo, onde está hoje o Departamento de Apoio ao Turismo, foi entregue totalmente reformada, assim como o hospital, também pela administração Amílton De Paula, apesar das intervenções feitas por este departamento, percebe se ainda os sinais do descaso, pois recebemos a casa sem equipamentos de segurança como extintores, placas informativas, luzes de emergência, com a parte elétrica comprometida por conta das goteiras, portas podres, janelas com vidros quebrados, esgoto da cozinha entupido, os muros de contenção do Rio Nhundiaquara destruído, ainda esta administração paga uma fortuna de ações trabalhistas, cuja responsabilidade deste descaso com o servidor não foi promovido pelo atual prefeito, o Helder tão preocupado com a saúde financeira de seus amigos e correlegionários a ponto de dar até uma terceira aposentadoria a uma servidora, que hoje terá que devolver mais de R$1.400.000,00 para os cofres públicos, não foi capaz de atender os servidores com o respeito administrativo que eles mereciam, gerando esta enxurrada de ações trabalhistas, absolutamente dentro das regras dos postulantes, que hoje caíram no colo desta administração, o trecho de rua que vai da Praça Olimpio Trombini até o a passagem de nível na saída da Estrada da Graciosa, hoje tão cobrada pelos justiceiros do Whatsapp por conta de seus buracos, também é parte desta herança, estes ambulantes que proliferam na rua das Flores foram colocados ali no governo permissivo do Helder, sobrou para o Marajá tira los dali como exige o MP, e outras situações como o desvio de uso do centro de eventos, o descaso com as nossas calçadas, a compra absurda de semáforos que custaram mais de 52 mil reais, nunca funcionaram, super faturados, comprados com notas frias, o trafego de veículo na rua das Flores, para atender os pseudos donos da cidade, somado a isso um ato de improbidade envolvendo cifras astronômicas de quase 4 milhões de reais que alguns vereadores da sua base entenderam ser normal, e por aí vai. E o que vemos hoje, uma fúria desta gente para voltar ao poder, quem sabe para terminar de destruir a cidade u tentar resolver suas pendencias com a justiça usando o dinheiro do povo de Morretes, com um discurso mentiroso, pregando um modernismo administrativo de ocasião, por aqueles que participaram ativamente dos doze nefastos anos do governo Helder. E para voltar ao poder, escolheram o caminho da destruição do Marajá, o projeto de quanto pior melhor, buscando 24 horas por dia a desmoralização da figura pessoal do Prefeito, nem que para isso precisem ofender servidores municipais com mais de 32 anos de prefeitura, garis, motoristas, fiscais, servidores do hospital, e outros ou jogarem o povo contra vereadores, como fizeram dias atrás com o vereador João da Marta, num áudio mal educado e cafajeste, cobrando daquele vereador atribuições que não eram suas. Esta é a Morretes de hoje, uma guerra nos esgotos da cidade na luta pelo poder, onde aqueles que na verdade destruíram a cidade, hoje querem voltar na grotesca fantasia de modernos salvadores da pátria. Morretes e seu povo não merece isso.
Em tudo isso uma grande verdade, Morretes é maior que essa gente!

terça-feira, 20 de novembro de 2018

A COR PÚRPURA DO SACO ESCROTAL

O SACO ROXO



O que está acontecendo hoje em Morretes chega as raias da surrealidade. Existe um governo eleito, tentando governar o municipio da melhor frma possível, e aí incluiu o enxugamento da maquina publica, um nivel de economia funcional como a muito não se via no município, um grupo de assessores do prefeito motivados e buscando dentro da nossa realidade fazer o melhor para a cidade. O Prefeito correndo atrás de recursos num país em crise, com o FPM, Fundo de Participação do Município minguando cada vez mais por conta da crise que abalou o Brasil e que deixou mais de 14 milhões de desempregados do Oiapoque ao Chuí.Mas mesmo assim busca se o melhor, o hospital funcionando, sem recursos, as escolas fazendo das tripas os corações para cumprirem suas obrigações, no turismo buscamos apoio aos eventos, tentando buscar parceiros que nos ajudem a cumprir nossa agenda, enfim, todos fazendo tudo que for possível para fazer o melhor. Herdamos um teatro destruido, rapinado, segundo o MP fechado por colocar em risco a vida de seus frequentadores, pegamos estradas horríveis onde segundo os próprios governantes alardearam as obras já estavam concluidas, como a estrada da América por exemplo, o asfalto no trecho rua XV de Novembro saída para o Porto de Cima destruido, sem manutenção a muito tempo, uma rodoviária pessimamente licitada que trouxe tantas preocupações para o prefeito, um universos de pagamentos judiciais por conta de ações trabalhistas também herdadas de governos que atendia seus amigos a ponto de dar até trés aposentadorias, mas era incapaz pagar um salário digno para o servidor municipal, veículos e maquinas incapacitados, o hospital sucateado, mas que rendeu um bom dinheiro para a terceirizada no passado, leis fracas, onde o favorecer amigos, sempre vinha antes dos interesses da cidade. E o que temos hoje em Morretes, nas redes sociais, a Liga da Justiça, formada por heróis de papel, que insuflados por politicos de ocasião, que ficam nas sombras, buscam de todas as formas agredir, desestabilizar a governança do prefeito Marajá. Um grupo parafiscalizador que considera todos os componentes do governo Marajá, ladrões e corruptos e que eles, apenas eles serão capazes de salvar a nossa cidade do caos apocaliptico anunciado nas trincheiras corajosas do WHATSAPP. Um tempo surreal onde ambulantes que não pagam nada para o município, sentem-se proprietários das praças, uma placa de circulação proibida  que nada vale, servidores públicos com mais tempo de serviço que esses justiceiros de boteco tem de vida, são ameaçados desrespeitosamente, perseguidos por um patrulhamento sem propósitos nas redes sociais e por aí vaí. Enquanto isso, nos esgotos da cidade, corre a lama politica, onde alguns chafurdam, enquanto esperam a destruição total da cidade, o caos, para dai emergirem, como os grandes salvadores da pátria na esperança que os Morretense esqueçam o que essa gente fez no verão passado. Morretes está atento e ao contrario daquele herói, Morretes tem sim, não um ou dois moradores, mas todo um povo com o tão buscado, pelo menino, saco roxo.

sábado, 10 de novembro de 2018

Mais uma paulada....




Helder Santos, tem seus bens bloqueados

Pedro Ribeiro

O ex-prefeito de Morretes, Helder Teófilo dos Santos, tem uma pendenga com o Ministério Público Estadual. O Juízo da Vara da Fazenda Pública de Morretes, no Litoral paranaense, determinou o bloqueio de bens, no valor de aproximadamente R$ 305 mil, do ex-prefeito do município na gestão 2013-2016, réu em ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada pela Promotoria de Justiça da comarca. A ação refere-se à contratação irregular de uma empresa (também ré no processo) para terceirização de serviços de saúde no município.
De acordo com a ação, houve irregularidades no procedimento licitatório, direcionado para a contratação da empresa vencedora. Além disso, o próprio serviço objeto do contrato foi irregular, uma vez que quase todos os atendimentos foram terceirizados e os profissionais receberam valores excessivos. O Tribunal de Contas, inclusive, emitiu parecer indicando que a contratação afronta a legislação e fere a regra constitucional do concurso público.
Na análise do mérito da ação, o Ministério Público pede a condenação dos réus às sanções previstas na Lei de Improbidade, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, ressarcimento dos danos ao erário e pagamento de multa.
Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro é jornalista com passagens pela Gazeta do Povo, Folha de Londrina e O Estado do Paraná. Foi pioneiro com a criação do jornal eletrônico Documento Reservado e editor da revista Documento Reservado. Escreveu três livros e atuou em várias assessorias, no governo e na iniciativa privada, e hoje é editor de política do Paraná Portal.


domingo, 28 de outubro de 2018

Bolsonaro é o novo presidente do Brasil

BOLSONARO É O PRESIDENTE DO NOVO BRASIL, DO BRASIL MAIS JUSTO, MAIS HONESTO, O BRASIL ONDE TODOS SERÃO TRATADOS IGUALITARIAMENTE, O BRASIL QUE TEM FUTURO, O BRASIL QUE CADA UM DE NÓS SONHAMOS. O POVO BRASILEIRO É O GRANDE VENCEDOR. AGORA VAMOS MOSTRAR QUE NÓS NÃO SÓ ELEGEMOS O PRESIDENTE, MAS VAMOS EXERCER O DIREITO DE COBRAR,  EXIGIR, PUNIR, FAZER, QUE CADA UM DESTES POLITICOS RESPEITEM E FAÇAM POR ONDE MERECER CADA CENTAVO QUE RECEBEM DO POVO BRASILEIRO. 
PARABÉNS A TODOS NÓS QUE RECUPERAMOS O QUE TINHAMOS DE MAIS VALIOSO, A NOSSA BANDEIRA VERDE E AMARELA. QUE ELA TREMULE NOS MAIS ALTOS MASTROS DA NOSSA PÁTRIA E DESEJAMOS TODOS QUE O BOLSONARO TENHA SAÚDE E CORAGEM PARA FAZER O BRASIL QUE TODOS ANSIAMOS.