
| 213 | 015829420612 | ORLEY ANTUNES DE OLIVEIRA JUNIOR | PP | 07/10/2011 | --- | PR | 051 | Regular Data de Processamento:19/10/2011
| Oficial |
Encaminhei na Sexta feira, dia 28/10, as cartas anônimas que estão rolando por aí, e seus envelopes respectivos, pra a Policia Científica do Paraná, órgão ligado a Policia Civil do Paraná. Estas cartas serão examinadas pelo serviço de papiloscopia da Polícia Cientifica do Paraná. Em alguns dias, teremos os resultados destes exames e ai poderemos com segurança identificar o autor ou autores destas cartas. O autor ou autores das cartas imaginou (aram) que o anonimato covarde ia deixa-lo(os) impune. Novamente me subestimaram. No que, me diz respeito a conta vai chegar para estes imbecis covardes. Essa gente não aprende! Temos que identificar esses lixos e puni-los. A minha parte estou fazendo!
| ASSEMBLÉIA APROVA RADICALIZAÇÃO DA FICHA LIMPA NO PARANÁ | ||
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Na prática, irá ampliar e radicalizar as sanções previstas pela Lei Federal da Ficha Limpa, que vale apenas para impedir candidaturas a cargos eletivos de pessoas que venham a sofrer condenação judicial em segunda instância.
O deputado Ney Leprevost explica que a Lei Ficha Limpa Paraná veda a ocupação de cargos públicos de provimento em comissão; como secretários de estado e diretores de empresas estatais; por condenados por crimes contra a economia popular, a fé pública, o sistema financeiro, o meio ambiente e a saúde pública.
Também ficam impedidos de ocupar cargos no Paraná os que tiverem sentença condenatória transitada em julgado por tortura, racismo, tráfico de entorpecentes, terrorismo, escravidão e formação de quadrilha.
“Essa lei é um avanço fantástico para a administração pública. Sua aplicação irá, literalmente, impedir que as raposas cuidem do galinheiro”, afirmou Leprevost.
O deputado César Filho, explicou que conforme decisão do Supremo Tribunal Federal, a lei não pode retroagir. Portanto, ela valerá a partir da sua publicação em diário oficial. “Ou seja, daqui para frente quem for condenado no Paraná por estes crimes previstos na lei, perderá imediatamente a função pública”, esclareceu o parlamentar.
A união de Leprevost, Rangel, Silvestre, Stephanes e Bueno, para aprovar o projeto foi elogiada por colegas, já que os cinco são de partidos diferentes e compõe a bancada jovem da Assembléia.
Leprevost destacou a importância das redes sociais para aprovação do projeto. “A sociedade se organizou e fez mobilização na internet através do twitter, de e-mails para os deputados e do facebook. Essa é a verdadeira democracia participativa” afirmou Ney.