Vamos navegar numa linha do tempo, o STF através do Ministro
Alexandre de Morais desde 2019 com a
ajuda do Galinheiro do Satanás, vulgo #globolixo, persegue o Bolsonaro por
acreditar dentro da sua lógica constitucional que o Bolsonaro e seus seguidores querem destruir a Democracia, o Estado de Direito,
para levar a cabo essa sua lógica ele moveu todo o aparato policial de estado,
o Exército , PGR, STE, enfim até chegar ao limite do poder de colocar , como
disse ele “muita gente na cadeia e muita multa a ser aplicada” baseado numa
prova construída por um militar melancia, acovardado e dentro da sua lógica
constitucional prendeu todo o tipo de gente, com penas altíssimas de fazer
inveja a traficantes, ladrões de bancos, corruptos e outras especialistas na
arte de subverter patrimônio de alheios. Enfim para deleite de colegas do STF, teve
um que num estado de ovulação descontrolada, chegou a gritar num comício
público “Nós derrotamos o Bolsonarismo”, das Paquitas do Demônio da @globolixo,
além de amigos e correlegionários conseguiu, julgar toda essa gente bolsonarista
a toque de caixa e hoje mantém de forma heroica o Jair Bolsonaro trancafiado
numa cadeia por 27 anos com problemas de saúde correndo risco de morte como o
Clezão, que não resistiu a nova constituição Alexandrina e mesmo com pedidos da
PGR para liberar por questões humanitárias acabou morrendo na cadeia por falta
de assistência médica. Muito bem, posto isso, deixando o carnavalesco
etilicamente comprometido correndo frouxo por ai, imaginamos que o com a
Democracia relativa salva o Brasil iria se pacificar e virar uma democrática e pujante
China das Américas. Ledo engano, o pau continua torando, e agora o Moraes está
indo pra cima de jornalistas ontem aliados, políticos, do STF, da Policia
Federal, Receita Federal, Banco Central e por aí vai. O Homem é uma máquina democrática, pelo andar
da carruagem o homem como ele mesmo disse “ainda tem muita gente pra prende e
muita multa para aplicar.”
Eu, se fosse a BALEIA que acusou o Bolsonaro de assédio, pulava
fora das aguas brasileiras , conseguia um visto e fugia para quentes e protegidas
pelo TRUMP no Golfo do México. Se Ficar dando mole por aí, ainda pode sobrar
pra ela!
ESTE CARNAVAL PROMETE, VAIAS NA SAPUCAI, FRALDAS GERIÁTRICAS ITALIANAS"ABENAS PREMIUM"CHEIAS, BARRICADA EMOCIONAL NO STF, VORCARO COM UM GALÃO DE GASOLINA E UM ISQUEIRO DE OURO "ST Dupont Louis XIII Fleur de Parme" DA DUPONT NA PORTA DA CPMI DO CONGRESSO, O CORDÃO DOS PUXASSACOS DO PINGUÇO, FLÁVIO BOLSONARO DECOLANDO, O GALINHEIRO DO SATANÁS EM PÂNICO ... ENFIM ESTE CARNAVAL PROMETE MUITAS EMOÇÕES, MUITO CHORO E PARECE QUE ATÉ UM RANGER DE DENTES IMPERIAL. ABRIR UMAS GELADAS, CANTAR MAMÃE EU QUERO E SE POSSIVEL IR ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO DO ZEZÉ DE CAMARGO E CIA
O FOGO NO PARQUINHO ESTA COMO O DIABO GOSTA TOFFOLLIA 2026.
Coisas estranhas acontecem nos intestinos do Brasil. aviões que caem, gente que cai do prédio, facada, mensalão, petrolão, roubo de aposentados, prefeitos com CPF cancelado, e para a esquerda brasileira o maior criminoso da história da República é Jair Messias Bolsonaro, aliás, ele e toda sua família. É a famosa democracia pujante e relativa, e um dos casos mais emblemáticos é o crime praticado contra o Prefeito Celso Daniel e seu entorno, Muito estranho, mas como dizem por aí, não existe democracia relativa grátis ...
“Brasil:
Temporada Infinita – Produção Original Washington Studios”
Se Brasília tivesse um slogan honesto, seria: “O Brasil é
nosso! – Walt Disney, CIA e patrocinadores”. A capital não é uma cidade, é
um parque temático: Brasília World. Lá no Planalto Central, entre palmeiras e
escândalos, funciona a maior franquia americana fora dos Estados Unidos. Tem
Mickey, Pateta e até Pato Donald – só que com CPF brasileiro, políticos com “capivaras
policiais” de fazer inveja para a galerinha da “Cosa Nostra” e para piorar com
foro privilegiado.
Achamos que somos um país soberano, mas na verdade não
passamos de um spin-off barato da série “Estados Unidos – O Império
Contra-Ataca”. A diferença é que, enquanto os americanos têm Hollywood, nós
temos Brasília, um estúdio improvisado onde os roteiristas mudam, mas o
produtor executivo é sempre o mesmo: a velha e poderosa polícia do mundo, o TIO
SAM.
A primeira temporada começou no pós-guerra, quando a gente
trocou café por dólares e soberania por promessas. Em 1964, o episódio especial foi um sucesso de audiência: “O Golpe – Reality Show Patrocinado pela
CIA”. Tinha suspense, tanques nas ruas e trilha sonora de marcha militar
correndo atrás de malucos insanos que queriam transformar o Brasil numa Cuba
com futebol, cachaça, carnaval e o famoso cigarrinho do demônio. Não deu certo,
os revolucionários de boteco tentaram, roubaram bancos, sequestraram aviões e
embaixadores, mas a cavalaria de verdade vestia azul e montava cavalo branco e
o mascote era o cão RinTinTin . Tudo com direção norte-americana e participação
especial, “ Operação Brother Sam”.
Desde então, a série não parou mais. Anos 80? Episódio
dramático: “Dívida Externa – Quem quer ser um Milionário… do FMI?”. E lá
estava o TIO SAM ENTERTAINMENT.CO, colocando sua invejada“Bureau of
Engraving And Printing”, vulgo BEP, a velha e poderosa maquininha de
rodar dólarespara pagar as contas dos perdulários e inconsequentes
democratas políticos brasileiros. Anos
90? Vieramas comédias românticas: e claro, lá estava o Brasil e seus democratas
apaixonado pelo Consenso de Washington, suspirando por privatizações e seus
dólares como quem espera flores no Dia dos Namorados.
Nos anos 2000, a coisa ficou high-tech. Chegamos à fase
“soft power”: Netflix, TikTok, este Youtub que vos fala, Google, MSN, ICQ, Orkut,
Big Mac,Marvel e outros que nos fizeram acreditar a verdadeira liberdade é
escolher entre três tipos de combo no drive-thru. O brasileiro acredita
que é livre porque pode fazer dancinha no TikTok com camiseta da GAP enquanto
toma Coca Zero. Democracia? Tá no pacote family size! E continuamos
votando errado, enchendo o congresso nacional de lixo politico.
Agora estamos na fase streaming: a geopolítica virou
binge-watch. Brasília World é uma franquia original, mas com spoiler
permanente: “No final, quem decide tudo é Washington”, colocou dólares nas mãos de meia dúzia de loucos através da sua poderosa USID,
criando aliados de ocasião, democráticos relativos, e com sua nova versão da velha cavalaria de John
Wayne elegantemente vertidos com seus uniformes
vermelhos, que invadiram o Brasil para salvar a decrépita mocinha, a velha
democracia das garras do "golpe" impossível, e entregaram o espólio da pátria amada nas mãos de um bêbado terminal, enredo trágico de um filme chinês de segunda linha com um roteiro mambembe e com um final infeliz, onde todo mundo perde no fim. E nós? Figurantes sem fala, achando que somos protagonistas.
Acabou aí? Claro que não, agora volta a cavalaria com seu
garboso uniforme azul sob o comando do novo General, agora com Status de CEO
VINGADOR, o intrépido Laranjão das Américas armado com dois Leis Magnitsky no coldre carregado ate a boca, empurra GenGis Khan e Vassili Zaltsev para fora do cinema sem direito a pipoca e Coca Cola. E segue o baile...
A pergunta que não quer calar é:
até quando?
Está passando da hora da gente perceber que Independência ou
Morte não pode ser slogan de campanha da Disney e nem xororo de beira de rio. O brasileiro precisa tomar as “rédeas
do carroção” se quiser que a caravana consiga chegar na terra prometida. E para
isso precisa aprender a votar, não votar em vagabundo com o rabo preso, aprender a importância de um político na sua
vida, porque, do jeito que está, qualquer dia a Estátua da Liberdade pede
música no Fantástico e o Cristo Redentor aparece de chapéu de cowboy no próximo "reboot".
Elas chegaram na Arena da Baixada como quem vai para um desfile de moda: cabelo impecável, unhas afiadas como garras e a certeza absoluta de que o Furacão ia atropelar qualquer um. Mas, quando a bola rolou, começou a ventania — e não foi no placar, foi no coração delas.
A cada passe errado, um gritinho de agonia!”. Quando chutaram o pênalti para fora, a torcida ovulou, ameaçando até cancelar o cartão de sócio VIP. A cada apito do juiz contra horror, a torcida à beira de um ataque de nervos praguejando como se estivessem expulsando o demônio do gramado.…
E sempre assim, quando o Athletico tropeça na Arena da Baixada, não é só o time que perde ponto, é o coração das meninas da Fanáticos que entram em colapso nervoso! A placa de acréscimos parece um aviso dos deuses do futebol que o apocalipse está chegando e o terrível apito final soa como sirene de fim do mundo, é o Armagedon e lá estão elas, nervosas, descontroladas, descabeladas, cílios caindo, maquiagem toda borrada, parecendo sobrevivente de enchente, mostrando a bunda na TV, com a energia de um micro-ondas ligado na voltagem errada, não são nem a sombra da torcida que chegou na Arena do Petraglia como quem vai para um desfile de moda: cabelo impecável, unhas afiadas como garras e a certeza absoluta de que o Furacão ia atropelar qualquer uma qualquer momento. A primeira reação é digna de Oscar: mãos na cabeça, olhos arregalados como pipocas de micro ondas, e aquele gritinho de ódio tipo descobrir que o salão de beleza fechou no sábado. Nos grupos do WhatsApp, começa a tempestade: áudios histéricos com tanto desespero que mais parecem alerta de furacão (sic), e não é por acaso, afinal agora começaram a entender que o poderoso Furacão está se transformando numa suave brisa tímida. “Perder ponto em casa? No Petraglião de novo? E lá estão elas, as guerreiras meninas da fanáticos, surtando mais que influencer sem Wi-Fi: arrancam cílios, desmancham coque, roem a unha de gel, que custou uma pequena fortuna na manicure, mastigam a alça do sutiã, enquanto uma ameaça pôr fogo na foto autografada do Petraglia, a outra fala em invadir o CT com seu tamanco de grife, de madeira de lei, comprado na feira polaca, e quebrar tudo com sangue nos olhos, um olhar medonho que faria inveja ao Conde Drácula. Mais pontos perdidos, deixando clara que agora a luta é pra não cair pra série C, o time sai de campo cabisbaixo, os jogadores assustados pedindo coletes a prova de salto agulha e tamanco de madeira, pra entrar no ônibus em segurança, o pavor tomou conta da Rua Buenos Ayres, bares fechados, prostitutas que fazem ponto na
Brasilio Itiberê fogem assustadas ... torcida nervosa jura vingança, porque amor de torcedor é assim: quando dá certo, é casamento; quando dá errado, é divórcio litigioso com direito a barraco no Instagram.
O Coxa é um time quase perfeito...Uma obra de arte ...
Um meio de campo que defende, combativo, uma transição que a muito não se via, uma orquestra dirigida pelo maestro português Josué, que ao lado de Felipe Machado, Sebá e Ronier, tem o domínio absoluto do meio de campo, uma defesa tão sólida que poderia ser chamada Linha Maginot de chuteiras, a linha de zaga do Coxa com Maicon e Jaci só não é perfeita porque nesse mundo nada é perfeito, o nosso goleiro, um menino gigante, uma muralha, se o Pedro Morisco usasse a cueca em cima do uniforme e vestisse uma capa com certeza não ficaria devendo nada ao glorioso SuperHomem, ele voa, defende, rápido nas suas ações, cirúrgico nas saídas de gol nas temidas bolas paradas, cobra dos companheiros, enfim organiza a bagunça com a tranquilidade de um veterano, somado a tudo isso, o nosso técnico Mozart, o Junior aqui em Morretes, inteligente, rodado pelo mundo, muito disciplinado, estrategista, tranquilo e tem experiência adquirida dentro e fora do campo.
Mas daí chega o ataque...Ah o nosso ataque... Inoperante, ineficiente na questão de fazer gols, podem até serem muito uteis na estratégia do técnico, mas quando assunto é definição, fazer o óbvio, isto é ...gols, parece que existe uma síndrome do "não posso acertar no gol". Chutam por cima, para fora, no goleiro, dando a impressão para a torcida que a questão de fazer ou não gols é irrelevante, opcional, um reles detalhe do jogo.
O Coxa joga bonito, os atletas se entregam em campo, estão unidos, a cada jogo percebe se que aumenta a relação de confiança entre eles e a torcida, só falta os nossos atacantes entender que futebol é um tipo de jogo chato, no qual quem faz mas gols ganha. Se continuar jogando assim, com essa vontade, com essa união e essa relação torcida & jogadores e o ataque fizer pelo menos um gol por jogo, a primeira divisão está logo ali, pouco mais de 100 dias. Será que desta vez a gente chega?
Depois desta fala do Pastor Malafaia, vamos poder avaliar a quantas anda o poder bélico destes Generais, apesar do Pastor Malafaia ter sido cirúrgico na retórica em cima do caminhão de som. A resposta do hibrido Mourão,*banancia, aquele da democracia pujante, úma espécie rara de fruta tropical, banana com melancia, algo como a mistura do xuxú Alckimin com oTaxadd, Mourão respondeu o pastor Malafaia querendo pegar uma carona para se promover usando o evento SEM ANISTIA, aliás ficou claro que era só uma carona sem destino, afinal ele, o Mourão não foi e não fez falta. Esse é o novo exército de Caxias, que nesta altura dos acontecimentos, onde estiver, deve estar morrendo de vergonha desse generalato "maria vai com as outras". Sempre é importante lembrar a grandeza das nossas Forças Armadas, A vantagem é quetanto as melanciasquanto as bananas apodrecem rápido. esperar, 2026 éw logo ali!
Escutando hoje a entrevista do gerente do Coritiba SAF, uma das coisas que me deixou impressionado foi quando ele disse que o time do Coritiba é competitivo, e que vamos subir para a série A este ano. Eu confesso que não assisti nenhum dos jogos do Coxa que esse cara assistiu. Eu vi o Coritiba ser humilhado em Ceilândia, aliás, o tal Ceilândia foi eliminado pelo amador Maracanã. Então seria interessante que o tal sei lá o que do Coritiba SAF explicasse baseado em que ele entende que o Coxa é competitivo e para quem interessa esta competitividade estranha apresentada pelo time. Acho estranho, talvez minha parca capacidade cognitiva não permita que eu alcance a grandeza deste momento do Coritiba SAF. Pois se a Tree Corps é uma empresa de investimentos, isto é, está no Coritiba para ganhar dinheiro, com certeza se o Coxa fizesse belas campanhas nestes tres anos de SAF , com todaa certeza a empresa ganharia muito mais dinheiro, pois se mobiliza os mais de dois milhões de torcedores com vitórias e títulos, o Couto seria pequeno, as lojas não venceriam vender produtos licenciados, e os bares teriam que importar cerveja pra dar conta da demanda, mas parece que a vitória, a alegria da torcida, e o consumo que ela é capaz de gerar não é o interesse da Tree Corps, então qual seria o interesse desta gente pelo Coritiba. Porque o cara que vendeu o Coritiba anda com seguranças entre os Coxas, e pior e mais estranho, porque a Tree Corps paga os tais seguranças? Vamos ver o que ainda vem por aí! A propósito, os jogadores, o técnico Mozart e sua comissão técnica não tem culpa por este circo de horrores que é a Tree Corps e seus parceiros de ocasião. a coisa vai muito além do futebol! Como diria o saudoso amigo das madrugadas curitibanas, Albenir Amatuzzi, jornalista da gloriosa Tribuna do Paraná, "quem viver, verá"
Em fevereiro de 2008 o Ariel Conforto propôs uma pauta para o nosso jornal, O MORRETES NOTICIA que tratasse do absurdo que é o tráfego absurdo da rua Santos Dumont, a conhecida rua do hospital. Fizemos 5 matérias diferentes durante o período que produzimos o jornal. Nesta importante e insegura rua, onde trafegam diariamente centenas de pesados caminhões, carretas e até bi-trens, desde a nossa primeira matéria nada mudou, acidentes continuaram acontecendo, óbitos, vidas de pessoas em risco, pois naquele trecho onde termina a rodovia e começa a cidade,temos um clube de serviço, o Clube Cruzeiro, um posto de gasolina, duas lojas de motocicletas, uma grande loj de material de construção, o complexo público da Assistência Social, o Hospital de Morretes, a Igreja Matriz e os dois maiores colégios da cidade que apesar de não estarem localizados na Rua Santos Dumont, seus alunos obrigatoriamente tem que cruzar aquela via para ir a escola ou voltar para casa. E para piorara situação o passeio que circunda o muro de igreja é muito estreita que somado aos postes da concessionária de energia elétrica, obrigando cadeirantes, usuários de apoio como muletas e andadores, dividirem o asfalto da pista de rolamento com os caminhões. apesar das reportagens cobrando, dos óbitos, dos acidentes, problemas somados com o crescimento do Porto de Antonina, o aumento do fluxo de caminhões cada vez maiores e mais pesados, entra prefeito e sai prefeito e nada foi feito de prático para tornar aquela importante via mais segura. considerando que as matérias que veiculamos então foram produzidas a pedido do Ariel o que faz dele um conhecedor de toda situação que envolve a Rua Santos Dumont, esperamos que caso seja eleito faça efetivamente alguma coisa deixando de lado os discursos baratos eleitoreiros de outros prefeitos e que busque uma solução para por fim neste pesadelo.
com a palavra o Ariel Conforto PL 22 agora candidato a Prefeito.
DIGA NÃO AOS INIMIGOS DO BRASIL, NÃO VOTE EM CANDIDATOS DO PSD 55
QUANDO O ELEITOR VOTA PARA PREFEITO OU VEREADOR, ESTES SERÃO A BASE PARA ELEGER DEPUTADOS ESTADUAIS, DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES, E EXATAMENTE PARA ACABAR COM ESTA MÁFIA POLITICA CHAMADA CENTRÃO É IMPERATIVO QUE O ELEITOR DE DIREITA, CONSERVADOR, NÃO VOTE EM CANDIDATOS DO PSD 55. ESSE PARTIDO CUJO O PRESIDENTE É O GILBERTO KASSAB E QUE TEM EM SUAS FILEIRAS O ACOVARDADO PRESIDENTE DO SENADO RODRIGO PACHECO, É A BASE DE APOIO DE TODAS AS BARBARIDADES COMETIDAS NO GOVERNO LULA. POLITICOS FISIOLÓGICOS QUE NADA FAZEM PELO BRASIL E SEU POVO, APENAS LUTAM POR SEUS INTERESSES PESSOAIS.
Sai governo, entra governo, as coisas não mudam, placas mentirosas eleitoreiras, faixas de protestos pedidos de socorro, histórias mirabolantes para enganar o povo da região e garimpar seus votos, a Estrada da América, importante para o escoamento do nosso fortíssimo setor agrícola segue seu destino de muitos buracos, lama nas chuvas, enchentes e muita poeiraem tempo seco, com a população destruindo seus veiculos de passeio e carga,. mais um governo que se acaba e o sonho daquelas comunidades continua sendo apenas um sonho. no fundo a estrada em questão continua sendo um projeto eleitoreiro, a diferença que desta vez o governo do Estado garante que depositou 10 milhões de reais na contada Prefeitura, segundo relato do próprio Secretário do Governo, num vídeo no inicio do ano. Hoje, o que se escuta por aí é que faltam alguns milhões ainda para concluir a tal obra. O que causa uma certa estranheza é a conversa da questão das pedras. É possível entender a preocupação técnica, o que não da para aceitar é a falta de planejamento no projeto da obra. Um empreendimento de 10 milhões de reais e de tamanha importância para o bem estar da população e o desenvolvimento do nosso setor agrícola, deveria merecer de nossos governantes mais atenção. Esta falta de competência para administrar recursos públicos não é novidade em Morretes. Em tempos pretéritos o município, durante a gestão Helder, recebeu 9 milhões de reais para investir no turismo, e por absoluta falta de gestão e muitas irregularidades, o recurso não foi usado naquela gestão, e o gestor seguinte conseguiu usar pouco mais da metade do recurso e o resto foi devolvido. Esperamos que neste caso, da Estrada da América, o próximo gestor consiga terminar a obra. Para isso acontecer a região precisa escolher bem seus candidatos, tanto a prefeito quanto os vereadores. Afinal parece que os que estão por ai não deram contado recado.
Sempre lembrando que os prefeitos não tinham o dinheiro para fazer a estrada, esse agora tem ou pelo menos teoricamente tem. ,
O Brasil nunca precisou tato de seus políticos como hoje, o povo sofre as mãos pesadas de uma ditadura, homens, mulheres de todas as idades presos com penas extremamente violentas e perversas pelo simples fato de serem conservadores de direita e eleitores do Bolsonaro. Hoje mais de 35 senadores apoiam a instalação do impeachment do Ministro Alexandre de Morais, menos o grupo de Senadores do PDS 55 do Kassab, ligados ao Presidente do Senado, o bananão Rodrigo Pacheco, que por ter negócios bilionários nas gavetas da Suprema Corte não quer instalar o processo de impeachment, no primeiro momento apenas para ser apreciado pelos Senadores, um pedido que chegou a mesa do Senado com mais 1.500.000 de assinaturas do povo nas ruas e 150 Deputados Federais. Apenas para a apreciação democrática dos atos do Ministro. O Pacheco é o maior representante do PDS 55, presidido pelo Gilberto Kassab, pouco se importa com a opinião pública e com certeza será muito cobrado nos seu estado, o politizado estado de Minas Gerais. Cabe a nós eleitores de todo o Brasil votar contra candidatos do 55. Alguém disse que estamos em Morretes e não temos nada a ver com a politica que emporcalha Brasília. Na verdade Deputados e Senadores, saem dos municípios, apoiados por vereadores e prefeitos. Precisamos quebrar essa corrente!
O Samba
Carioca de Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró:
O
samba é uma expressão cultural profundamente enraizada na história do Brasil, e
ao longo das décadas, diversos artistas têm contribuído para sua evolução e
diversificação. Três figuras notáveis que deixaram uma marca indelével no
universo do samba carioca são Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró. Cada
um desses artistas trouxe contribuições únicas para o gênero, destacando-se por
suas letras ousadas, abordagens únicas e, acima de tudo, por retratar
vividamente a vida nas comunidades urbanas.
Moreira
da Silva: O Rei do Samba de Partido Alto
Conhecido
como "O Kid Morengueira" ou "O Rei do Samba de Partido
Alto", Antônio Moreira da Silva, nasceu no Rio de Janeiro em 1º de abril
de 1902, e faleceu em 6 de junho de 2000, no Rio de Janeiro (1902-2000) foi uma
figura seminal no samba carioca. Sua carreira começou na década de 1930, e sua
música frequentemente abordava temas cotidianos e questões sociais com humor e
sagacidade. Moreira da Silva foi inovador ao introduzir o "partido alto",
uma forma de samba improvisado, conhecido por sua contribuição ao samba de
breque e deixou uma marca significativa na história da Música Popular
Brasileira. Sua carreira teve grande
destaque nas décadas de 1930 e 1940. Aos 20 anos, ele iniciou sua carreira como
sambista e compositor, e mais tarde se aposentou como motorista de ambulância.
Seu legado inclui além da criação do Partido Alto, a criação do famoso
"samba de breque", em suas músicas. Suas canções, como "Acertei
no Milhar" e "Na Subida do Morro", são verdadeiros clássicos que
resistiram ao teste do tempo.
Bezerra
da Silva: O Malandro Honestíssimo
José Bezerra
da Silva nasceu em Recife, em 23 de fevereiro de 1927, e faleceu no Rio de
janeiro de 2005, ficou conhecido como "O Malandro Honestíssimo". Sua
carreira, que se estendeu por mais de quatro décadas, foi marcada por uma
abordagem crua e realista da vida nas favelas cariocas. Bezerra da Silva foi um
mestre na fusão de samba com outros gêneros musicais, como o reggae e o rap.
Ele compositor, violinista e percussionista Suas letras muitas vezes abordavam
questões sociais, corrupção e desigualdades, destacando a malandragem como uma
resposta astuta à adversidade. "Malandro Não Vacila" e
"Sequestraram Minha Sogra" são exemplos emblemáticos de seu estilo
inconfundível.
Dicró:
O Menestrel das Subúrbios
Filho da IALORIXÁ
Nilcelina Gomes, Dicró, cujo nome verdadeiro era Edvaldo Santana, conhecido
como "O Menestrel das Subúrbios". cresceu na favela do bairro de
Jacutinga, na cidade de Mesquita. Desde cedo frequentava as rodas de samba
organizadas por sua mãe em seu próprio terreiro. Eventualmente tornou-se
compositor, integrando a ala das escolas de samba Beija-Flor, em Nilópolis, e
Grande Rio, em Duque de Caxias. É dessa época o surgimento do apelido Dicró. De
acordo com o poeta Sérgio Fonseca, os sambas da autoria de Carlos Roberto eram
impressos com as iniciais de seu nome, "CRO". Com o tempo, a
pronúncia e os erros tipográficos, o "De CRO" mudou para "Di
CRO", para no fim se tornar "DICRÓ". Em 1991, estreou como
dramaturgo com o texto "O dia em que eu morri". Durante o governo de
Anthony Garotinho no Rio de Janeiro, foi um dos principais incentivadores da
criação do Piscinão de Ramos.
No dia 25
de abril de 2012, voltando para casa após uma sessão de hemodiálise, sentiu-se
mal, vindo a ser internado em um hospital de Magé. Morreu poucas horas depois,
em decorrência de um infarto. Foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Parque
Jardim de Mesquita, na Baixada Fluminense. Sua carreira começou na década de
1970, e suas músicas retratavam a vida simples e os personagens típicos dos
subúrbios cariocas. Dicró tinha um dom para contar histórias cotidianas com
humor e ironia, usando melodias cativantes.
Conexões e Influências
Apesar de
suas abordagens distintas, esses três artistas têm conexões profundas no que
diz respeito à temática de suas músicas. Todos eles compartilharam a missão de
retratar a vida nas camadas sociais mais marginalizadas, usando o samba como
meio de expressão. Suas letras muitas vezes abordavam a malandragem, a
corrupção, a pobreza e as dificuldades enfrentadas pelos habitantes das favelas
e subúrbios do Rio de Janeiro.
Legado Duradouro
O legado
de Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró continua a influenciar novas
gerações de artistas e a moldar a paisagem musical brasileira. Suas músicas não
apenas proporcionaram entretenimento, mas também serviram como crônicas
sociais, documentando a realidade das comunidades marginalizadas. O samba
desses mestres transcendeu fronteiras e se tornou um espelho autêntico da
diversidade e complexidade da sociedade brasileira.
Em
resumo, Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró deixaram uma marca indelével
no panorama do samba carioca. Seus estilos únicos, letras provocativas e
conexões profundas com as raízes culturais do Rio de Janeiro os elevam a
posições de destaque na rica história da música brasileira.
EPÍLOGO
FOI MUITO BOM FAZER ESTE ESPECIAL DESTAS TRES LENDAS DO SAMBA BRASILEIRO. NESTE SÁBADO TEM MAIS ORLEY NA GRACIOSA FM, 87.9 A PRIMEIRA DO SEU RÁDIO.
A INFLUÊNCIA DO RAUL NA HISTÓRIA DO ROCK BRASILEIRO
NO DIA13 DE JANEIRO, NA GRACIOSA FM, 87.9 PRODUZIMOS UM
ESPECIAL SOBRE O GRANDE RAUL SEIXAS E SEU LEGADO QUE VÃO MUITO ALÉM DAS SUAS MUSICAS E INTERPRETAÇÕES, UM UNIVERSO DE ARTISTAS COVER, QUE TOCANDO SUAS MUSICAS NÃO DEIXAM A BELISSIMA HISTÓRIA DESTE MALUCO BELEZA MORRER.
AQUI TEMOS UM COVER
DO RAUL SEIXAS, MUSICO DE RUA, QUE DÁ BRILHO AOS NOSSOS FINAIS DE SEMANAS NA
BELISSIMA PRAÇA LAMENHA LINS EM MORRETES. O AMIGO “MOSCA”, CONVIDEI O PARA
ESTAR NA GRACIOSA FM PARA CONTAR PARTE DE SUA VIDA ARTISTICA, MAS O GLORIOSO
MOSCA TINHA SHOW AGENDADO NA PRAIA E NÃO PODE ESTAR COM A GENTE.
Raul Seixas, ícone
do rock brasileiro, deixou um legado musical que transcende gerações. Sua
trajetória artística foi marcada por letras provocativas, fusões musicais
inovadoras e uma atitude rebelde que desafiou as convenções. Neste programa,
exploraremos a história de Raul Seixas e destacaremos a influência duradoura
que ele exerce sobre a música brasileira através de seus covers, destacando também o impacto de um
talentoso cover, o nosso amigo Mosca que através do seu talento musical mantém viva a chama do Maluco Beleza nas praças da nossa linda Morretes.
MEDO DA CHUVA - RIO NEGRO & SOLIMÕES
A JORNADA DE RAUL SEIXAS
Raul Santos Seixas
nasceu em Salvador, Bahia, em 28 de junho de 1945. Sua paixão pela música
começou cedo, e ele iniciou sua carreira como produtor de discos da famosa CBS
e depois como cantor e compositor na década de 1960. Raul rapidamente se
destacou por sua abordagem única, incorporando elementos do rock, blues, folk e
música brasileira em suas canções. Parceiro de longa data do letrista Paulo
Coelho, Raul lançou álbuns que se tornaram clássicos, como Maluco Beleza, Ouro
de Tolo, Gita e muitas outras canções algumas até que pouca gente sabe que são
de sua autoria
TENTE OUTRA VEZ - CHITÃOZINHO &XORORÓ
ATITUDES DE RAUL SEIXAS
As atitudes de Raul
Seixas perante a vida e a música o transformou em uma figura controversa e
carismática. Suas letras, muitas vezes consideradas poesias simples como nos tempos da Jovem Guarda ou profundas que abordavam temas
filosóficos, espirituais e sociais, desafiando a sociedade da época. Raul
Seixas foi o precursor de uma geração de artistas que buscavam liberdade
criativa e expressão autêntica. Agora vocês vão escutar algumas canções que
jamais imaginariam ser de Raul Seixas cantadas por Jerry Adriani, Wanderlei Cardoso, Leno e Lilian, Renato e seus Blue Caps
JERRY ADRIANI - DOCE DOCE AMOR
LENO - SHA LA LA
WANDERLEY CARDOSO - O MUNDO DA MUITA VOLTAS
LENO E LILIAN - OBJETO VOADOR
LEGADO DE RAUL SEIXAS
A morte de Raul
Seixas em 1989 não diminuiu sua influência. Pelo contrário, sua obra continua a
inspirar músicos e fãs em todo o Brasil. Suas músicas atemporais e mensagens
profundas ainda ressoam com as questões contemporâneas, garantindo a
permanência de seu legado. Artistas de hoje continuam a prestar homenagem a
Raul, interpretando suas músicas e mantendo viva a essência do Maluco Beleza.
Entre esses talentosos músicos, destaca-se aqui em Morretes o amigo Mosca, um artista
completo, que além de ter um vasto repertório, ainda interpreta Raul Seixas, performance que
chega emocionar os fãs do grande ídolo,
um artista cuja interpretação singular das músicas de Raul Seixas captura a
essência rebelde e provocadora do ícone do rock brasileiro.
TITÃS - ALUGA SE
RITA LEE - GITA
Raul Seixas ou Rita Lee interpretando o seu grande sucesso Gita estão homenageando a um dos textos sagrados do hinduísmo, o Bhagavad Gita, que faz parte do Mahabharata, um dos dois textos épicos mais importantes da Índia e considerado por alguns autores como o texto sagrado mais importante da religião hindu. O texto indiano trata de um diálogo travado entre o guerreiro Arjuna e Krishna, antes da guerra de Kurukshetra, no qual o primeiro pergunta pela natureza de Krishna
O NOSSO MOSCA
Mosca é um músico
que dá brilho aos finais de semana nas praças de Morretes, dedicado e
talentoso, cujo amor pela música de Raul Seixas o levou a se tornar um notável
cover do artista. Sua habilidade vocal e gestual em capturar a autenticidade
das canções de Raul, ao mesmo tempo em que com sua qualidade artística,
adiciona sua própria interpretação, destaca-se como uma verdadeira homenagem ao
legado do Maluco Beleza. A devoção do Mosca vai além da reprodução fiel das músicas de Raul Seixas. Ele incorpora o espírito de rebeldia e questionamento que caracterizou a carreira de Raul, apresentando uma abordagem única que ressoa com públicos de diferentes gerações. Sua performance não é apenas uma imitação, mas uma celebração autêntica e dinâmica do trabalho revolucionário de Raul Seixas.
RAUL SEIXAS - MALUCO BELEZA
RAUL SEIXAS NO CHACRINHA, DOIS FENÔMENOS DA COMUNICÃO
COWBOY FORA DA LEI
RAUL SEIXAS - EU NASCI A DEZ MIL ATRAS
CONCLUSÃO
Raul Seixas deixou
um impacto indelével na música brasileira, desafiando normas e inspirando
gerações. Seu legado é mantido vivo não apenas através de suas gravações
originais, mas também por meio de artistas dedicados, como o Mosca, que
continuam a difundir a mensagem e a música do Maluco Beleza.
A influência
duradoura de Raul Seixas é uma prova do poder da arte em transcender o tempo e
as fronteiras. Ao celebrar e enaltecer artistas covers comprometidos, como
[Nome do Cover], garantimos que a chama de Raul Seixas permaneça viva,
iluminando novos caminhos na vastidão musical brasileira
Agradeço a
oportunidade de estar com vcs, desejo a todos um feliz final de semana, e deixo
o convite para estarmos juntos novamente no proximo sábado aqui nas deliciosas ondas da graciosa fm, 87.9.