Vou contar uma história para vocês, porém, antes de mais nada, é bom frisar, que qualquer semelhança com algum tipo de personagem fictício citados nesta história, é mera e pura coincidência.
Capitulo I
“Era uma vez, no reino da bicharada, o macaco soberbo que candidatou-se a prefeito e convidou o papagaio falador para ser seu vice, convite que foi prontamente atendido. Macaco soberbo e papagaio falador, prometeram caso fossem eleitos a realização de vários projetos, todos redigidos e registrados em uma lista, coisa de primeiro mundo, algo nunca visto no reino dos animais. O macaco soberbo, sempre que subia no palanque, defendia a realização item por item das suas promessas.

Já o papagaio falador, junto no palanque, defendia principalmente a melhoria na saúde, já que a floresta estava sem nenhum tipo de atendimento animal hospitalar, onde as fêmeas prenhas tinham que parir suas crias em regiões distantes da floresta em que viviam, além de alguns bichos morrerem na fila de espera por atendimento. Durante o período de campanha do macaco soberbo e do papagaio falador, houve muita carreata, churrascada e ligüiçada de entupir a pança dos esfomeados bichos. A bicharada que estava a muito tempo necessitada, esquecida, desamparada, abandonada e terrivelmente doente, acreditaram nas promessas do macaco soberbo e principalmente nas palavras do papagaio falador, e não deu outra, ganharam a eleição na floresta com larga vantagem. O macaco soberbo, juntamente com o papagaio falador, após a confirmação da eleição, convidaram o bicho preguiça, a raposa, a tartaruga, a cobra, o escorpião, o porco espinho e a aranha, a comporem a equipe de governo, convite que foi imediatamente aceito, sem pestanejar. A equipe de governo ficou então composta somente por bichos soberbos, peçonhentos, venenosos, espertos e lentos. Claro, que não demorou muito para que as coisas começassem a darem errado. Ninguém em sã consciência comporia uma equipe tão perigosa quanto aquela. E o resultado não foi outro, se não o desentendimento, o desrespeito, a desordem, o descompromisso, o desmantelamento, as fofocas, as trapaças e as rasteiras tornarem-se comum no dia a dia da equipe de governo e da administração. Em contrapartida, nada de consolidar nenhuma das promessas feitas em campanha. A floresta, logo virou um caos e a comunidade da bicharada continuava doente, abandonada, desamparada, necessitada e esquecida. O Leão, que foi o vereador mais votado, presidente da câmara, que poderia exigir alguma coisa em prol da bicharada, era do mesmo partido do macaco soberbo e não tinha nenhum interesse em entrar em conflito com o prefeito eleito. Muito pelo contrário, tinha intenções que a situação piorasse cada vez mais, já que estava pensando no seu projeto futuro, o cargo máximo da prefeitura, portanto para ele, quanto pior melhor.

Os bichos vereadores, como a gazela que era do mesmo partido do macaco soberbo e o pavão que era seu aliado, até faziam algum tipo de barulhinho na câmara, mas por serem do mesmo partido e aliado, foram rapidamente engolidos pela soberba do macaco. Os demais bichos vereadores, como o pixoxó, o periquito, o urubu, o veado, o morcego e o cágado faziam somente números, entravam e saíam mudos e calados das reuniões da câmara, tinham interesse somente no salário do final do mês.
NO REINO DA BICHARADA
Capitulo II
O papagaio falador, ligeiro e matreiro como sempre, sabendo que não conseguiria concretizar todas as promessas feitas em campanha, e vendo que a canoa estava afundando, comunicou ao macaco soberbo que estava se afastando do governo, porém, não abriria mão do seu salário de vice-prefeito da bicharada. O macaco soberbo, já de saco cheio e para se ver livre o quanto antes do papagaio falador, principalmente por ter caído em sua lábia, não titubeou em aceitar a condição imposta. Nunca mais se ouviu falar no papagaio falador. A bicharada, até sabe que ele está mexendo seus pauzinhos, mas por enquanto está quietinho, quietinho, porém, recebendo o seu sagrado salário. Os dias se passaram, e as coisas continuavam a piorar para o macaco soberbo, até que um belo dia, seu secretário de governo, o escorpião, teve uma máxima e grande ideia (pelo menos para ele) e expôs ao macaco soberbo: “já que o hospital veterinário não é municipal, e está caindo aos pedaços, que tal, municipalizá-lo. Criaríamos um fato novo, a bicharada doente, incauta e despreparada aceitaria imediatamente a proposta; por um bom tempo nos esqueceriam e ainda poderíamos ganhar alguns pontinhos na próxima eleição.” O macaco soberbo, cresceu os olhos na ideia e não teve dúvidas, mandou imediatamente o escorpião colocar em prática a sua ideia, mesmo sem haver nenhum tipo de projeto ou discussão com a sociedade animal a respeito. Mesmo assim, a ideia foi posta em prática. Contam alguns poucos bichos que gravitam em torno do macaco soberbo, que esta ideia seria o motivo da sua reeleição. Em um primeiro momento, após a implantação do projeto para municipalizar o hospital veterinário, houveram bichos que foram a favor e outros contra, diria até, que mais a favor do que contra. Porém, os contrários, faziam um barulho danado. A ferramenta mais utilizada pelos bichos na floresta era um blog, cujo o dono era o elefante coçador. O blog tinha acessos fantásticos e altíssimos para os padrões da comunidade animal, o que incomodava e muito o macaco soberbo, o escorpião, o leão e outros animais políticos.
NO REINO DA BICHARADA
Capitulo III
O elefante coçador, em seu íntimo era favorável a municipalização, mas não da forma como o macaco soberbo queria implantar. Dizia o elefante coçador, que a municipalização deveria ser discutida com toda a comunidade animal, ter um projeto, deveria prever uma forma de indenização para os animais que seriam demitidos da associação hospitalar veterinário. Já o macaco soberbo, apoiado pelo seu amigo inseparável e secretário de governo o escorpião, dizia que possuía um projeto, que o povo apoiava a sua ideia e que a urgência era necessária, pois com saúde não se brinca e os doentes não poderiam mais esperar. Essa discussão, era diariamente postada no blog, e acompanhada vorazmente pela bicharada da floresta. Através da raposa que era comissionado da prefeitura florestal, sabe-se que o macaco soberbo, antes de sair de casa e até mesmo em seu gabinete, acessava o blog constantemente para ver as últimas notícias, encaminhando até algumas postagens anonimamente, aguardando as respostas enquanto roia as unhas e puxava os pelos, apesar de negar veementemente quando perguntado se acessava o blog. Enquanto isso, o blog ia se agigantando, no seu início havia muitas dúvidas a seu respeito, principalmente porque o dono era o elefante coçador, um animal um tanto contraditório para os parâmetros da sociedade florestal, mas ele não estava nem aí, e isso incomodava e muito àqueles que queriam denegri-lo. Mas aos poucos, a resistência ao blog foi arrefecendo, e grande parte da sociedade animal mesmo que anonimamente, participava do blog, uns se divertindo, outros denunciando, poucos agredindo e uma grande maioria dando sua opinião de forma educada e responsável. O elefante coçador, em algumas oportunidades perdia o controle e também partia para a ignorância, respondendo de forma mal-educada, às vezes até leviana e estúpida algumas postagens no blog, e não por acaso, era constantemente chamado a dar explicações na delegacia e em juízo, respondendo inclusive a inúmeros processos. Apesar de tudo isso, alguns bichos, inclusive inimigos do elefante coçador, vendo o sucesso do blog, quiseram montar um, e até o fizeram, porém, um blog em especial, denominado “verdade florestal”, perdeu-se no caminho, destilaram somente ódio, calúnias e difamações, acabando sucumbindo e afogados no próprio veneno.
NO REINO DA BICHARADA
Capitulo IV
Enquanto
o blog do elefante coçador ia de “vento em popa”, o HAF-Hospital Animal
Florestal continuava seu calvário, com falta de verbas, ausência de
corpo clínico, quadro de pessoal deficitário e desmotivado, salários
atrasados e estrutura física ruindo a olhos vistos. Assim, Macaco
soberbo sabedor da situação crítica do HAF, indicou o bagre ensaboado
para tentar administrar a situação, mesmo achando que ele não teria
capacidade para tanto.

Bagre ensaboado, que estava meio encostado em sua
lagoa, sem nenhuma perspectiva a curto prazo, viu naquele convite um
grande desafio para a sua modesta vida. Não teve dúvidas, com coragem
aceitou, mesmo sabendo que estava entrando em um barril de pólvora. A
comunidade animal, já a muito incrédula das operações municipais
florestal, não sem razão, logo começou a duvidar e a criticar a escolha
feita pelo macaco soberbo. Porém, o que não se esperava, aconteceu!!!
Bagre ensaboado, já calejado pela vida, não teve dúvidas, logo traçou
uma estratégia e com algumas esporadas partiu para a sua ofensiva. Com
habilidade e a duras penas, conseguiu uma doação de produtos importados
junto a um órgão federal para realização de um bazar, com o intuito de
arrecadar fundos para o HAF. Com perspicácia e humildade, já que bagre
ensaboado não tinha experiência para conduzir um bazar com todas as
formalidades legais que o ato exigia, convidou pessoas capacitadas para
montá-lo, administrá-lo e gerenciá-lo. O bazar foi um sucesso, todos os
produtos foram vendidos e o valor da arrecadação totalmente investido no
HAF, reformando quartos, salas cirúrgicas e revestimentos, tudo
observando as normas hospitalares animais. Mas ainda havia muito a
fazer, o telhado do HAF estava com muitas goteiras e cupins, correndo
risco de desabar. Foi então, que mais uma vez, bagre ensaboado calçou as
sandálias da humildade e bateu na porta da comunidade cristã florestal
solicitando ajuda, o que foi prontamente atendido. A mesma equipe
experiente e capacitada que inclusive já havia gerenciado e administrado
o bazar, realizou uma costelada para toda a bicharada. Novamente um
sucesso, sendo que o valor arrecadado foi suficiente para a reforma do
telhado do HAF. Logo, outra instituição de muito respeito na comunidade
animal, percebeu a seriedade e o trabalho realizado por aquele animal
que estava desacreditado e meio abandonado em sua lagoa, e por meio de
seu presidente, doaram ao HAF um equipamento caríssimo de raio X.
NO REINO DA BICHARADA
Capitulo V
Não
somente instituições estavam dando apoio à empreitada do bagre
ensaboado, mas também empresas e bichos da comunidade florestal, quando
perceberam que o trabalho era sério e estava sendo bem realizado,
doaram dinheiro, mão de obra, materiais, bem como, facilitaram o
parcelamento de compras para a obra. Algo diferente estava acontecendo
no reino da bicharada, onde havia desconfiança, surgiu esperança, onde
havia descrédito, surgiu confiança, onde havia inverdades, surgiu a
verdade, e assim, a comunidade que estava acostumada ano após ano de
promessas não cumpridas, de mentiras, de descalabros, passou a
reconhecer que não estava atrelada e dependente do poder político
animal, percebeu que a união comunitária animal faz a força, que a
mobilização é capaz de transformar a dura realidade do dia a dia,
independente se os políticos são incompetentes e despreparados.
Obviamente, que ainda não acabou a transformação do HAF, muito ainda tem
a se fazer, o caminho é longo e cheio de espinhos, mas caso o bagre
ensaboado não se perca em rios caudalosos, o que não é impossível, a
comunidade vê com bons olhos todas as transformações e melhorias até
agora realizadas. A esperança por uma melhor sociedade animal, que
estava adormecida, despertou e tornou-se a mola propulsora para outras
conquistas. Prioridades que estavam esquecidas voltaram a ser cobradas, e
a ferramenta utilizada pela bicharada novamente foi o blog do elefante
coçador. Uma das exigências, é que a rua das flores, volte a ser aquilo
para a qual foi concebida, uma rua somente para animais, atrativo para
turistas, sem buracos, iluminada, livre de veículos e com flores em toda
a sua extensão. Outras exigências também tomaram corpo, como a reforma
das calçadas, dos paralelepípedos, das pavimentações das estradas, da
implantação dos planos de cargos e salários, do aumento salarial da
classe dos professores, etc, etc, enfim, todas as mudanças necessárias
e que um dia foi prometida, mas que não saiu de uma mentirosa e
sonegadora lista de papel. A bicharada, também percebeu que a culpa por
toda aquela situação, não era somente dos bichos políticos
incompetentes. A culpa também era de um bando de chupim que se
auto-intitulavam ricos tradicionalistas poderosos, mas com visão obtusa
e que somente pensavam em suas próprias penas (queria dizer umbigo, mas
chupim não tem umbigo). Não querem transformações, preferem que as ruas
fiquem entupidas de carros, intransitáveis e esburacadas, pois temem
prejuízos em seus negócios. Chegam ao nível de financiar campanhas
eleitorais, com a condição de impor suas mesquinhas condições, e o pior,
por ganância, incompetência, despreparo e irresponsabilidade daqueles
que se dizem políticos, são atendidos. Esta situação maléfica, perdurou
por muito e muito tempo no escuro porão da militância política, mas
atualmente, em razão dos uivos, latidos, grunhidos, pios e cantos da
bicharada, foi desmascarada, veio à luz, tonando-se uma situação clara
para a maioria da bicharada que não está contaminada e que tirou as
vendas dos olhos. Esta maioria, não admite mais desmandos, corrupção,
imposição e incompetência, exige comprometimento, engajamento,
realizações e melhorias, apesar de existir na comunidade animal várias
hienas, chupins e aves de mau agouro que ainda apostam no caos do reino
animal.
NO REINO DA BICHARADA
Capitulo VI
A bicharada do
reino animal, pelo menos para àqueles que não estavam contaminados e que
haviam tirado a venda da ignorância e do desconhecimento político,
sentiram-se alforriados, a tal ponto, que em uma pesquisa realizada no
super blog do elefante coçador, uma grande maioria declarou que não
reelegeria para a próxima eleição nenhum político. Este sentimento
popular de renovação animal, fez com que luzinhas vermelhas ascendessem
nas cabeças dos animais políticos ainda com mandatos. A primeira a
manifestar-se, foi a vereadora gazela, que aproveitou o incontestável
blog do elefante coçador, para dar uma entrevista corajosa, destemida,
porém, infelizmente evasiva em um assunto muito cabeludo que ela mesma
levantou para toda a comunidade do reino animal, que é uma suspeita na
licitação da merenda escolar dos filhotes, até hoje, a comunidade não
sabe se houve ou não a suposta ilegalidade. Deve a gazela, uma resposta
rápida e convincente para a comunidade, isso se ela deseja continuar
exercendo um cargo político, caso contrário, corre um sério risco de
somente voltar a lecionar. Outro que se animou em dar uma entrevista no
destemido blog do elefante coçador, foi o pavão,

bom em oratória,
inclusive a tempos atrás, fez um discurso inflamado na tribuna da câmara
contra o seu próprio partido, coisa de dar medo. A entrevista que o
pavão quer dar ao blog, ainda não ocorreu, sabe-se porém, que quer
bater asas, voar e pousar alto. Do galho baixo de vereador em que
atualmente está pousado, quer alçar vôos mais altos e alcançar o alto do
Olimpo e virar prefeito do reino. Asas para tanto, a bicharada sabe
que o pavão tem, porém, uma parcela da comunidade, que não pode ser
desconsiderada porque decide uma eleição, quer que o pavão decida antes
de alçar seu mais arriscado vôo, se quer ser líder político ou líder
religioso, exercer as duas concomitantemente não. Dependendo da decisão
do pavão, a sua escolha pode virar uma grande e perigosa arapuca
política, armada ela já está. Outro que está rugindo aos quatro cantos
do reino, se apresentando para seus parceiros como um grande
transformador e felicíssimo com o caos instalado no reino animal, é o
leão, o outro que se diz Rei.

Pretende ele, com a sua bocarra engolir a
atual administração e virar futuro prefeito. O problema, é que a sua
fome voraz pode tornar-se uma grande indigestão, e aí, é um passo para
virar pura diarréia. Talvez por ser extremamente pretensioso e vaidoso,
sua idéia já nasceu toda lambuzada. Outro bicho que está se manifestando
na calada da noite, é o abutre, ex -rei e que já teve a caneta cheia eaté foi um dia
aclamado, mas hoje é muito contestado no reino.
Atualmente encontra-se
impedido de candidatar-se, em razão dos inúmeros processos políticos que
existem contra ele. Mas, por ter grande experiência nos meandros
políticos, prefere apoiar outros animais ao cargo maior do reino, o que
é uma grande desilusão da sua amantíssima e virtuosa esposa, a serpente
surucucu de quatro ventas,
que pretendia voltar a ostentar o desejado
cargo de primeira dama do reino. Agora, um animal que cai no gosto
popular da bicharada do reino, é o mico-leão-dourado.
Ahhhhh!!! Este
sim!!!! Honesto, trabalhador, competente, incorruptível, mas, um tanto
inseguro, pois ainda não decidiu por sua candidatura, apesar de todo o
apelo popular animal. Também tem uma predileção inexplicável em
aproximar-se de animais politicamente escusos. Se continuar indeciso e
não afastar-se daqueles que se dizem amigos, será novamente derrotado
nas urnas, demonstrando ser um simples “mico”.
NO REINO DA BICHARADA VII
Capitulo VII
Para a próxima eleição, não podemos esquecer
do macaco soberbo, pois desde o primeiro dia que assumiu o cargo de Rei no poder animal, sempre manteve vivo o seu projeto de reeleição, penso que era
o único projeto que há em sua “pequenina cabeça”. Mas o macaco soberbo durante o
seu mandato, perdeu-se no caminho, e por várias razões. Primeiro em razão da
escolha da sua equipe de governo que é desqualificada, despreparada,
descompromissada, desengajada, desunida, fofoqueira e instável, salvo raríssimas
exceções, mas estes últimos, ou nos deixaram prematuramente e foram para o reino
dos céus, ou, perceberam imediatamente as absurdas incompetências e se afastaram
do governo. Segundo, pelas promessas não realizadas. Terceiro, pela ausência de
projetos. Quarto, pelo abandono completo do reino. Quinto, e paro aqui, pois a
relação é grande, por não realizar serviços básicos primários, como nivelar
calçadas, assentar paralelepípedos, roçar, capinar, podar, pintar, limpar,
recolher lixo, etc... . Porém, uma coisa tem que ser dita, até onde sei,o seu reinado nas floresta, por pior que tenha sido, não houve desvios ou improbidades
administrativas.

Também, não se pode afirmar que o macaco é um mau caráter, não,
não o é, eu o conheço e sei o que digo. Considero somente um ingênuo
inexperiente, que queria mostrar a todos que possuía capacidade e competência
administrativa. Deu tudo errado. Para mim, sua reeleição está liquidada. Por
fim, o papagaio falador, bem esse, espero que tenha aprendido de uma vez por
todas, que com saúde pública animal não se brinca, não serve como mote político
para sair de forma leviana e inconseqüente prometendo que irá reformar, equipar
e trazer uma das melhores equipes médicas para o hospital veterinário,

somente
com o intuito de ganhar uma eleição, principalmente prometendo e não cumprindo a
uma comunidade carente de atendimento veterinário básico hospitalar. E amigos
animais, a prova aí está, para todos que quiserem ver, papagaio falador ganhou a
eleição passada, mas perdeu em credibilidade e honradez. E caso saia candidato a
Rei ou ao parlamento da floresta, não merece ser eleito, é o mínimo que a sociedade animal
responsável deve dar como resposta. Bem, esta história, para a minha tristeza
pessoal está chegando ao fim, espero que a bicharada do reino animal que ao
lerem esta história, não tenham ficado zangados, aborrecidos ou tristes, muito
pelo contrário, espero sinceramente que tenham compreendido e até aprendido que
a união faz a força, que mobilização é o caminho para conquistas, que
competência é um fator preponderante para uma boa administração, que soberba e
ganância não leva a nada, que nunca é tarde para mudar, e, principalmente, que
através do voto responsável, é que poderemos mudar a nossa vida e a vida de toda
a comunidade animal.
Fim !!!!
Em tempo: Agradeço ao dono do blog por ter
publicado os textos, bem como, pelas dicas. Quem sabe, em um futuro próximo, não
surjam outras historinhas!!!
"Qualquer semelhança com algum tipo de personagem vivo ou morto citados nesta história, é mera e pura coincidência."
Autor desconhecido.
O Blog em nome de todos os que nos visitam é que agradece a sua brilhante participação. Com certeza seus textos atingiram seus objetivos na nossa floresta .