Pois é, as vezes entram aqui no blog ou no meu Facebook uns PTistas fanáticos, uns chatos se achando a ultima bolacha do pacote, e sempre o discurso é que hoje, com o governo PT, esta tudo certo, mas no tempo do FHC era um inferno, quebraram o Brasil 3 vezes, maltratavam os pobres, além de satanizarem a Marina Silva porque ela amiga de pessoa ligada ao banco Itaú. No discurso pasteurizado tipico de filósofos de boteco, fazem apologia de um Brasil irreal, onde os pobres tem valor e blá blá blá. Então de repente, a Dilma para minha surpresa nomeia para Ministro da Fazenda, um dos Ministérios mais importante do governo, Joaquim Levy, um cidadão competente, qualificado para o cargo, porém, além de ser profundamente ligado a importante e poderoso banco brasileiro, ser de direita assumido, com idéias neo liberais, ainda é originário da equipe de trabalho do FHC. Como diria minha vó Madalena, "a língua é chicote do rabo"
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014
A LINGUA É CHICOTE DO RABO!
Pois é, as vezes entram aqui no blog ou no meu Facebook uns PTistas fanáticos, uns chatos se achando a ultima bolacha do pacote, e sempre o discurso é que hoje, com o governo PT, esta tudo certo, mas no tempo do FHC era um inferno, quebraram o Brasil 3 vezes, maltratavam os pobres, além de satanizarem a Marina Silva porque ela amiga de pessoa ligada ao banco Itaú. No discurso pasteurizado tipico de filósofos de boteco, fazem apologia de um Brasil irreal, onde os pobres tem valor e blá blá blá. Então de repente, a Dilma para minha surpresa nomeia para Ministro da Fazenda, um dos Ministérios mais importante do governo, Joaquim Levy, um cidadão competente, qualificado para o cargo, porém, além de ser profundamente ligado a importante e poderoso banco brasileiro, ser de direita assumido, com idéias neo liberais, ainda é originário da equipe de trabalho do FHC. Como diria minha vó Madalena, "a língua é chicote do rabo"
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Para refletir......

AGRICULTOR INDIGNADO26 de novembro de 2014 12:29
Onde está o dinheiro do gengibre?
Quero aproveitar este momento para parabenizar meus colegas agricultores pela grande festa realizada no ultimo dia 23 de novembro de 2014. Enquanto almoçávamos , junto com outros amigos agricultores, relembramos do episódio que ocorreu alguns anos atrás quando um cidadão canalha, mal caráter sumiu com o dinheiro de uma grande quantidade de gengibre deixando diversos agricultores em situação precária. Lembramos também que na época devida a várias cobranças por parte dos agricultores o tal cidadão que sumiu com o dinheiro , ele e sua esposa, então funcionária concursada da Prefeitura sumiram da cidade sem dar nenhuma resposta aos agricultores. E hoje para a nossa revolta e decepção, o tal cidadão participa da administração deste prefeito como comissionado de total confiança , e para piorar sua esposa foi presenteada com um cargo de importante secretaria municipal.
Aí fica a pergunta:
Essa gente que já causou tanto mal a muitos de nós agricultores, tirando a comida da nossa mesa, os remédios das nossas casas, que causaram tanto transtornos e desgostos para muito de nós, agricultores, que lutamos de sol a sol produzindo riquezas para o município, não podem causar um mal maior nas finanças do nosso município? Abre o olho prefeito, eles não residem ou tem bens em Morretes, por isso não entendemos o porque de tanto privilégios.
O Prefeito colocar esse povo na prefeitura entendemos, pois por não ser de Morretes para o Prefeito pouco importa quem coloca na prefeitura desde que faça o que pede, mas o vereador que se diz representante dos agricultores, que usa a estrutura municipal da agricultura para fazer política em causa própria, o que acha de tudo isso?
Depois não querem que o povo trate os políticos como pessoas sem moral, de intenções duvidosas.... Porque será que o Prefeito confia tanto neste cidadão? Fica aqui a pergunta no ar?
Quero aproveitar este momento para parabenizar meus colegas agricultores pela grande festa realizada no ultimo dia 23 de novembro de 2014. Enquanto almoçávamos , junto com outros amigos agricultores, relembramos do episódio que ocorreu alguns anos atrás quando um cidadão canalha, mal caráter sumiu com o dinheiro de uma grande quantidade de gengibre deixando diversos agricultores em situação precária. Lembramos também que na época devida a várias cobranças por parte dos agricultores o tal cidadão que sumiu com o dinheiro , ele e sua esposa, então funcionária concursada da Prefeitura sumiram da cidade sem dar nenhuma resposta aos agricultores. E hoje para a nossa revolta e decepção, o tal cidadão participa da administração deste prefeito como comissionado de total confiança , e para piorar sua esposa foi presenteada com um cargo de importante secretaria municipal.
Aí fica a pergunta:
Essa gente que já causou tanto mal a muitos de nós agricultores, tirando a comida da nossa mesa, os remédios das nossas casas, que causaram tanto transtornos e desgostos para muito de nós, agricultores, que lutamos de sol a sol produzindo riquezas para o município, não podem causar um mal maior nas finanças do nosso município? Abre o olho prefeito, eles não residem ou tem bens em Morretes, por isso não entendemos o porque de tanto privilégios.
O Prefeito colocar esse povo na prefeitura entendemos, pois por não ser de Morretes para o Prefeito pouco importa quem coloca na prefeitura desde que faça o que pede, mas o vereador que se diz representante dos agricultores, que usa a estrutura municipal da agricultura para fazer política em causa própria, o que acha de tudo isso?
Depois não querem que o povo trate os políticos como pessoas sem moral, de intenções duvidosas.... Porque será que o Prefeito confia tanto neste cidadão? Fica aqui a pergunta no ar?
Até onde vai isso?
Petrobras: Delação ou extorsão premiada? (erro evitável)
NUNCA ANTES NESTE PAÍS se tornou tão evidente o criminoso e
deplorável crime organizado estabelecido por uma “troyka” maligna composta de
governantes, partidos, políticos e outros agentes públicos, agentes econômicos ,
agentes financeiros. Os envolvidos numa organização criminosa deste tipo se
unem em parceria público/privada para a pilhagem do patrimônio público
(PPP-PPP): são, antes de tudo, antirrepublicanos (porque atentam contra o bem
comum) e inescrupulosos, além de portadores de caráter reprovável. A repressão desses degenerados bem
como o estabelecimento de medidas efetivas preventivas contra a nefasta
governança e contra a corrupção se tornou inapelavelmente imperiosa, para que o
País deixe de se curvar (in extremis) ao up-grade do crime mafioso (que ocorre
quando o crime organizado se apodera do poder político, policial e judicial,
para promover seus "negócios" de maneira impune, por meio da fraude,
da corrupção, da violência, da ameaça, do medo e da “omertà” = silêncio, ou
seja, pela lei da selva).
Ao mesmo tempo, se não queremos jogar o Brasil na vala comum
da barbárie primitiva, não há como imaginar a investigação e a
responsabilização (penal, civil e administrativa) de todos os envolvidos de
acordo com as regras do Estado de Direito vigente. Uma vez mais, estamos diante
de um dilema (civilização ou barbárie?) e não nos cabe outro caminho que
tomarmos uma decisão (individual e coletiva) de grande responsabilidade. Se não
aproveitarmos esse momento histórico para corrigir os rumos da nossa nave
(mirando a civilização), podemos ter retrocessos inimagináveis que nos
equiparem a países igualmente ou muito mais corruptos: de acordo com o ranking
da Transparência Internacional, depois do Brasil (72º) estão África do Sul (na
mesma posição), Grécia e China (80º), Índia e Colômbia (94º), México, Argentina
e Bolívia (106º), Rússia (127º), Paraguai (150º) e Coréia do Norte (175º -
penúltimo lugar). A delação premiada, em si, tal qual regulada pela Lei
12.850/13, com ressalva de um ou outro ponto de duvidosa constitucionalidade,
se de um lado pode revolucionar (como já está revolucionando) os métodos
investigativos e probatórios do nosso País (embora ainda conte com pouquíssima
tradição na área da Justiça negociada ou pactada ou consensuada), de outro,
também pode servir de instrumento de arbítrio, despotismo e tirania, com
gravíssimas violações aos direitos e garantias fundamentais contemplados no
nosso Estado de Direito. O grande risco (que, ao mesmo tempo, pode se
constituir em fonte de uma enorme frustração coletiva) consiste na futura
declaração de nulidade de muitas das diligências (judiciais ou policiais) da
Operação Lava Jato. A inobservância
estrita das regras jurídicas pode levar a Lava Jato cair por terra como se
fosse um castelo de areia.
Eficientismo" "versus"
"garantismo":
Aa investigação e o processo contra o crime organizado não
podem fugir dos limites fixados pelo Estado de Direito; impõe-se o equilíbrio,
sob pena de nulidade dos atos praticados, entre o garantismo e o eficientismo.
Os dois grandes direitos em jogo (liberdade individual "versus"
segurança da sociedade) devem ser conciliados. Isso se chama civilização. Não
haveria espaço nem para um sistema dotado de exageradas hipergarantias para o
criminoso nem para o chamado direito penal de guerra contra o inimigo (que
admite a duplicidade de processo: um para o cidadão e outro para o inimigo,
este último com garantias reduzidas), que significa barbárie. A delação
premiada (pelo seu potencial revolucionário) não pode se transformar numa
extorsão premiada (posto que, nesse caso, o risco de anulação futura é grande,
para não dizer inevitável). Até mesmo o STF já advertiu que é preciso muito
cuidado com as delações, porque é uma forma de a pessoa se livrar das suas
responsabilidades narrando fatos ou incriminando pessoas de forma inverídica.
Artigo do professor Luiz Flávio Gomes
terça-feira, 25 de novembro de 2014
DIA 25 DE NOVEMBRO, DIA NACIONAL DO DOADOR VOLUNTÁRIO DE SANGUE!
Nesta terça feira, dia 25 de novembro será comemorado
o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue.
A data foi instituída no Brasil em 30 de junho de 1964,
pelo Decreto 53.988/64 promulgado pelo então
Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Dia 17 de Novembro, a Sexta Feira da Libertação!
Uma simples investigação numa agencia de cambio num posto de gasolina, no dia 17 de março deste ano, deflagrou a operação “Lava Jato” desmontando um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, pode ser o maior esquema de corrupção já produzido neste país, com indícios de ter movimentado mais de R$ 20 bilhões. E no centro de toda essa sujeira esta a estatal Petrobrás. Investigações apontaram em direção a diretores de alto escalão envolvidos no recebimento de propinas de executivos de gigantes empresariais que conseguiram contratos bilionários com a petroleira, e estas propinas, segundo declarações dos indiciados, foram direcionadas para partidos como PT, PP e PMDB com indícios de envolvimento de mais partidos, como o PSDB. Na sexta-feira, dia 14 de novembro, a PF desencadeou a sétima fase da Operação, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão em cinco estados e no Distrito Federal. Foram decretados seis mandados de prisão preventiva, 21 de prisão temporária, nove de condução coercitiva (quando o suspeito é conduzido à polícia para prestar esclarecimentos) e 49 de busca e apreensão. O escândalo da Petrobrás está nas manchetes do mundo todo. Afetou a credibilidade do país, fez desabar as ações da empresa na bolsa de valores e, sobretudo, mexeu com a boa fé da nossa gente. Traz à tona uma situação vergonhosa que rodeia o poder público há muito tempo: a corrupção nos intestinos do governo. Políticos, empresários e eleição formam o trinômio do mal que “justifica” a teia da malandragem que se enraizou por este país de norte a sul. Mas, desta vez, no epicentro do escândalo a maior, a mais lucrativa e a mais importante estatal brasileira: a Petrobrás. Nesta história toda uma constatação, os maiores escândalos em nível federal em volume financeiro e em numero de políticos envolvidos, ocorreram justamente depois que o PT chegou ao poder. E, o que é pior, com a participação e/ou aquiescência de petistas de alto coturno. O mensalão, até então o maior esquema de corrupção, hoje é “café pequeno” diante das denúncias da Petrobrás. Ambos guardam a mesma característica: montados meticulosamente para patrocinar o projeto político de permanência no poder pelo Partido dos Trabalhadores. O momento atual talvez seja a oportunidade única de limpar a sujeira que decorre desses esquemas. A corrupção eleitoral vem daí, o “patrocínio” que financia as campanhas destes políticos, e isso vai desde vereadores até a presidência da república, vem desses esquemas de prestação de serviços ou aquisição de produtos pelo poder público. Coloca-se um preço bem acima do valor real e daí extrai-se uma “comissão” para aqueles que generosamente facilitam as coisas. Mas, o escândalo da Petrobrás é apenas a “ponta do iceberg” da corrupção. Sabe-se que a corrupção existe e prospera em múltiplas áreas da vida pública em todos os níveis, incluindo o financiamento dos partidos políticos. Se forem investigar com seriedade os contratos e licitações que o Governo Federal, Estadual e Municipal vai-se ter aí muitas e nauseantes surpresas. Pelo andar da carruagem parece que a corrupção não se restringe apenas a Petrobrás. Já aparecem situações em outras estatais como a Eletrobrás por exemplo.
Segundo o jornalista e escritor Reinaldo Azevedo, jornalista renomado da revista Veja definiu: ...“Diga-se pela enésima vez: o PT não inventou a corrupção. É claro que não! O que o partido fez foi transformá-la num sistema e alçá-la à categoria de uma ética de resistência. Nesse particular, sem dúvida, inovou. Se, antes, a roubalheira generalizada era atributo de larápios, de ladrões, de safados propriamente, ela tornou, com a chegada dos companheiros ao poder, uma espécie de imperativo do ‘sistema’. Recorrer às práticas mais asquerosas, contra as quais o partido definiu o seu emblema na década de 80 — ‘Ética na política’ —, passou a ser chamado de pragmatismo"
Quando o oportunista da esquerda caviar, Chico Buarque de Holanda, escreveu a sua belíssima “Vai Passar”, em 1984, criticando o governo militar de então, onde um trecho diz: “... A nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações”, nunca imaginou que um dia esta letra de protesto cairia como uma luva nos atos da “companheirada”. Nada como um dia atrás do outro!
sábado, 22 de novembro de 2014
JUSTA HOMENAGEM AO AMIGO IRONALDO PEREIRA DE DEUS
A Augusta Loja de Perfeição Dr. Carlos Eduardo Maia - Vale de Antonina e a Ordem Maçônica, o Grande Oriente do Paraná e o Supremo Conselho do Grau 33 do Paraná, tem a grata satisfação de homenagear através da Comenda Ir.: Honório de Oliveira Machado entre outros o ex prefeito de Antonina Ironaldo Pereira de Deus.
Quem é o homenageado Ironaldo Pereira de Deus
Ironaldo Pereira de Deus nasceu em Natal,RN, mas escolheu Antonina como sua terra adotiva. Um apaixonado pela cidade casou com Sra. Irene Pereira de Deus com quem teve tres filhos que fez questão que nascessem em Antonina. São eles Vera Lúcia, Ironaldo Pereira Jr e Márcio Eliezer.formado em Administração de empresas e Bacharel em Direito, viu na politica uma forma de ajudar sua cidade do coração. Na sua amada Antonina foi vereador, presidiu a Câmara Municipal e foi Prefeito Municipal por um mandato numa época onde não existiam as reeleições. Além de suas obras normais obrigatórias de um bom prefeito ainda buscou a promoção do turismo de Antonina participando com sua equipe em vários eventos importantes tanto nacionais quanto internacionais cm o intuito de promover as belezas naturais, as festas e a gastronomia antoninense. Tive o prazer de participar com ele em alguns eventos internacionais que com certeza trouxe muitos resultados para o turismo da cidade. Pereira além de Prefeito em Antonina mantinha na cidade um comércio de móveis e eletros domésticos e hoje é industrial na área de Produtos Alimentícios. Sempre lembrando que Ironaldo Pereira de Deus teve todas suas contas aprovadas tanto pela Câmara Municipal de Antonina quanto pelo Tribunal de Contas do Estado. Este blog parabeniza o Ironaldo e sua família por essa belissíma homenagem, que promove o reconhecimento publico por um politico, um tipo de politico limpo, figura rara no Brasil de hoje.


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