Tem umas coisas que a gente não entende, na campanha do Amilton, tudo oque tinha acontecido em Morretes até ali, era de responsabilidade do Governo do Estado, da Petrobrás e etc e tal. Tudo bem, era mesmo, mas agora, tudo o que o Governo do Estado e outros repassam para o Governo Amilton é conquista dele como Prefeito. Se é agora, era antes, se não era antes, não é agora, entenderam? Pois pesos e medidas diferentes.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
UM AGRADECIMENTO AO INSTITUTO TROMBINI
Uma vergonha.... Crianças desde 5 anos de idade, na rua cozinhando no Sol, desde as 9 da manhã, sob um calor de quase 30°, sem nenhum cuidado, a Secretaria de Educação não disponibilizou nem agua, para essas crianças, quem forneceu essa agua foi o Instituto Trombini. Um desrespeito com os alunos da nossa cidade, mas para a "tchurma" do palanque, que não estão nem aí para o sofrimento das crianças, um lauto coquetel bem suprido de comes e bebes.
Não se administra com o suor e com o sacrifício de crianças!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
PESQUISA ENCERRADA
Nesta nova pesquisa do blog com 8o% dos pesquisados, ficou claro a vontade popular por um nome novo na sucessão do Prefeito Amilton, que ficou com apenas 2,2% , o ex Prefeito Helder com 14% e 1,8 % para os que ainda não sabem o querem para 2012. Não é uma pesquisa cientifica, são números reais, votou marcou e é impossível votar mais de uma vez. É apenas um sinal ténue da vontade do povo de Morretes, mas é um sinal a ser analisado. Outras pesquisas virão e com elas vamos mapear as intenções do eleitor morretense.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Se apertar, dá! É só ter coragem!
ALL é condenada por danos ao patrimônio histórico
A 3.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) condenou, nesta semana, a empresa América Latina Logística (ALL) a pagar R$ 300 mil de indenização por danos ao patrimônio histórico do país. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra a ALL após a derrubada de uma caixa d’água da Estação Ferroviária de Jataizinho. A estação, pertencente à extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), foi construída em 1932, e a caixa d’água, que ficava nas adjacências, em 1935. Conforme o MPF, embora não esteja tombada (o processo de tombamento está em andamento), a construção tem valor histórico e está protegida constitucionalmente.
O MPF recorreu ao tribunal após a sentença de primeiro grau ter julgado improcedente o pedido de indenização, apenas determinando à ALL que se abstivesse de destruir, demolir, mutilar, reparar, pintar, restaurar ou alterar as construções pertencentes à RFFSA. A Procuradoria alega que não havia perigo ou estado de necessidade que justificasse a demolição da caixa d’água pela empresa.
A ALL explora concessão de redes ferroviárias em seis estados brasileiros e outros três países do MERCOSUL. A empresa justificou a demolição alegando risco de desabamento e necessidade de proteção ambiental, o que não ficou comprovado.
Após analisar o recurso, o relator do processo no tribunal, desembargador federal Fernando Quadros da Silva, concordou com as alegações do MPF. Segundo Quadros, as estações da extinta RFFSA pertencem ao Poder Público Federal, sendo dispensável o tombamento para que tenha proteção. “Deve prosperar a pretensão indenizatória, uma vez que houve o dano, produzido por uma ação precipitada da requerida, que agiu por conta e risco, sobre um bem de propriedade do Poder Público Federal”, afirmou em seu voto.
O valor deverá ser destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), gerido pelo Conselho Federal Gestor, junto ao Ministério da Justiça. A empresa poderá recorrer contra a decisão.
Fonte - paranaonline
A 3.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) condenou, nesta semana, a empresa América Latina Logística (ALL) a pagar R$ 300 mil de indenização por danos ao patrimônio histórico do país. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra a ALL após a derrubada de uma caixa d’água da Estação Ferroviária de Jataizinho. A estação, pertencente à extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), foi construída em 1932, e a caixa d’água, que ficava nas adjacências, em 1935. Conforme o MPF, embora não esteja tombada (o processo de tombamento está em andamento), a construção tem valor histórico e está protegida constitucionalmente.
O MPF recorreu ao tribunal após a sentença de primeiro grau ter julgado improcedente o pedido de indenização, apenas determinando à ALL que se abstivesse de destruir, demolir, mutilar, reparar, pintar, restaurar ou alterar as construções pertencentes à RFFSA. A Procuradoria alega que não havia perigo ou estado de necessidade que justificasse a demolição da caixa d’água pela empresa.
A ALL explora concessão de redes ferroviárias em seis estados brasileiros e outros três países do MERCOSUL. A empresa justificou a demolição alegando risco de desabamento e necessidade de proteção ambiental, o que não ficou comprovado.
Após analisar o recurso, o relator do processo no tribunal, desembargador federal Fernando Quadros da Silva, concordou com as alegações do MPF. Segundo Quadros, as estações da extinta RFFSA pertencem ao Poder Público Federal, sendo dispensável o tombamento para que tenha proteção. “Deve prosperar a pretensão indenizatória, uma vez que houve o dano, produzido por uma ação precipitada da requerida, que agiu por conta e risco, sobre um bem de propriedade do Poder Público Federal”, afirmou em seu voto.
O valor deverá ser destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), gerido pelo Conselho Federal Gestor, junto ao Ministério da Justiça. A empresa poderá recorrer contra a decisão.
Fonte - paranaonline
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