Escutando hoje a entrevista do gerente do Coritiba SAF, uma das coisas que me deixou impressionado foi quando ele disse que o time do Coritiba é competitivo, e que vamos subir para a série A este ano. Eu confesso que não assisti nenhum dos jogos do Coxa que esse cara assistiu. Eu vi o Coritiba ser humilhado em Ceilândia, aliás, o tal Ceilândia foi eliminado pelo amador Maracanã. Então seria interessante que o tal sei lá o que do Coritiba SAF explicasse baseado em que ele entende que o Coxa é competitivo e para quem interessa esta competitividade estranha apresentada pelo time. Acho estranho, talvez minha parca capacidade cognitiva não permita que eu alcance a grandeza deste momento do Coritiba SAF. Pois se a Tree Corps é uma empresa de investimentos, isto é, está no Coritiba para ganhar dinheiro, com certeza se o Coxa fizesse belas campanhas nestes tres anos de SAF , com todaa certeza a empresa ganharia muito mais dinheiro, pois se mobiliza os mais de dois milhões de torcedores com vitórias e títulos, o Couto seria pequeno, as lojas não venceriam vender produtos licenciados, e os bares teriam que importar cerveja pra dar conta da demanda, mas parece que a vitória, a alegria da torcida, e o consumo que ela é capaz de gerar não é o interesse da Tree Corps, então qual seria o interesse desta gente pelo Coritiba. Porque o cara que vendeu o Coritiba anda com seguranças entre os Coxas, e pior e mais estranho, porque a Tree Corps paga os tais seguranças? Vamos ver o que ainda vem por aí! A propósito, os jogadores, o técnico Mozart e sua comissão técnica não tem culpa por este circo de horrores que é a Tree Corps e seus parceiros de ocasião. a coisa vai muito além do futebol! Como diria o saudoso amigo das madrugadas curitibanas, Albenir Amatuzzi, jornalista da gloriosa Tribuna do Paraná, "quem viver, verá"
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