Horas? Aqui!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

MAIS BONITO!


A partir de hoje o blog esta diferente, mais bonito, mais fácil de acessar, continuamos com o mesmo formato editorial, apenas entendemos ser o momento de promover algumas mudanças no seu visual. Espero que seja do agrado de todos!

domingo, 20 de abril de 2014

1964


                      1964 

                 Um testemunho

Para entender o que aconteceu em 64 é preciso lembrar o que era o mundo naquela época.
Um total de 30 países, parando na metade da Alemanha de hoje, havia sido engolido pela Rússia comunista por força militar. Invasão mesmo, que instalava um ditador que atuava sob ordens diretas de Moscou. Todos os que tentaram escapar, como a Hungria em 56, a Checoslováquia em 68, a Polônia em 80 e outros, sofreram novas invasões e massacres.
E tinha mais a China, o Vietnã, o Camboja, a Coreia do Norte, etc., na Ásia, onde houve verdadeiros genocídios. Na África era Cuba que fazia o papel que os russos fizeram na Europa, invadindo países e instalando ditadores no poder.
As ditaduras comunistas, todas elas, fuzilavam sumariamente quem falasse contra esses ditadores. Não era preciso agir, bastava falar para morrer, ou nem isso. No Camboja um quarto de toda a população foi executado pelo ditador Pol Pot entre 1975 e 1979, sob os aplausos da esquerda internacional e da brasileira.
Os países onde não havia ditaduras como essas viviam sob ataques de grupos terroristas que as apoiavam e assassinavam e mutilavam pessoas a esmo detonando bombas em lugares públicos ou fuzilando gente desarmada nas ruas.
As correntes mais radicais da esquerda brasileira treinavam guerrilheiros em Cuba desde antes de 1964. Quando João Goulart subiu ao poder com a renúncia de Jânio Quadros, passaram a declarar abertamente que era nesse clube que queriam enfiar o Brasil.
64 foi um golpe de civis e militares brasileiros que lutaram na 2.ª Guerra Mundial e derrubaram a ditadura de Getúlio Vargas, para impedir que o ex-ministro do Trabalho de Vargas levasse o País para onde ele estava prometendo levá-lo, apesar de se ter tornado presidente por acaso. Tratava-se portanto, de evitar que o Brasil entrasse num funil do qual não havia volta, e por isso tanta gente boa entrou nessa luta e a maioria esmagadora do povo, na época, a apoiou.
A proposta do primeiro governo militar era só limpar a área da mistura de corrupção com ideologia que, aproveitando-se das liberdades democráticas, armava um golpe de dentro do sistema para extingui-las de uma vez por todas, e convocar novas eleições para devolver o poder aos civis.
Até outubro de 65, um ano e meio depois do golpe, seguindo o combinado, os militares tinham-se limitado a cassar o direito de eleger e de ser eleito, por dez anos, de 289 pessoas, incluindo 5 governadores, 11 prefeitos e 51 deputados acusados de corrupção mais que de esquerdismo.
Ninguém tinha sido preso, ninguém tinha sido fuzilado, ninguém tinha sido torturado. Os partidos políticos estavam funcionando, o Congresso estava aberto e houve eleições livres para governador e as presidenciais estavam marcadas para a data em que deveria terminar o mandato de Jânio Quadros.
O quadro só começou a mudar quando em outubro de 65, diante do resultado da eleição para governadores, o Ato Institucional n.º 2 (AI-2) extinguiu partidos, interferiu no Judiciário e tornou indireta a eleição para presidente. Foi nesse momento que o jornal O Estado de S. Paulo, que até então os apoiara, rompeu com os militares e passou a combatê-los.                                       
Tudo isso aconteceu praticamente dentro de minha casa, porque meu pai, Ruy Mesquita, era um dos principais conspiradores civis, fato de que tenho o maior orgulho.
Antes mesmo da edição do AI-2, porém, a esquerda armada já havia matado dois: um civil, com uma bomba no Cine Bruni, no Rio, que feriu mais um monte de gente; e um militar numa emboscada no Paraná. E continuou matando depois dele.
Ainda assim, a barra só iria pesar mesmo a partir de dezembro de 68, com a edição do AI-5. Aí é que começaria a guerra. Mas os militares só aceitaram essa guerra depois do 19.º assassinato cometido pela esquerda armada.
Foi a esquerda armada, portanto, que deu o pretexto para a chamada "linha dura" militar tomar o poder e a ditadura durar 21 anos, tempo mais que suficiente para os trogloditas de ambos os lados começarem a gostar do que faziam quando puxavam gatilhos, acendiam pavios ou aplicavam choques elétricos.
      A guerra é sempre o paraíso dos tarados e dos psicopatas e aqui não foi diferente.
No cômputo final, a esquerda armada matou 119 pessoas, a maioria das quais desarmada e que nada tinha que ver com a guerra dela; e os militares mataram 429 "guerrilheiros", segundo a esquerda, 362 "terroristas", segundo os próprios militares. O número e as qualificações verdadeiras devem estar em algum lugar no meio dessas diferenças.
Uma boa parte dos que caíram morreu atirando, de armas na mão; outra parte morreu na tortura, assassinada ou no fogo cruzado.
Está certo: não deveria morrer ninguém depois de rendido, e morreu. E assim como morreram culpados de crimes de sangue, morreram inocentes. Eu mesmo tive vários deles escondidos em nossa casa, até no meu quarto de dormir, e já jornalista contribuí para resgatar outros tantos. Mas isso é o que acontece em toda guerra, porque guerra é, exatamente, a suspensão completa da racionalidade e do respeito à dignidade humana.
O total de mortos pelos militares ao longo de todos aqueles 21 "anos de chumbo" corresponde mais ou menos ao que morre assassinado em pouco mais de dois dias e meio neste nosso Brasil "democrático" e "pacificado" de hoje, onde se matam 50 mil por ano.
Há, por enquanto, 40.300 pessoas vivendo de indenizações por conta do que elas ou seus parentes sofreram na ditadura, todas do lado da esquerda. Nenhum dos parentes dos 119 mortos pela esquerda armada, nem das centenas de feridos, recebeu nada desses R$ 3,4 bilhões que o Estado andou distribuindo.
Enfim, esse é o resumo dos fatos nas quantidades e na ordem exatas em que aconteceram, do que dou fé porque estava lá. E deixo registrado para os leitores que não viveram aqueles tempos compararem com o que andam vendo e ouvindo por aí e tirarem suas próprias conclusões sobre quanto desse barulho todo corresponde a sentimentos e intenções honestas.
**Fonte de Fernão Lara Mesquita, jornalista.

FELIZ PÁSCOA A TODOS


A LEI EXISTE, PORÉM........



A nova Lei Anticorrupção

Passou a vigorar em janeiro deste ano a lei 12.846, chamada Lei Anticorrupção e que, como a própria alcunha menciona, tem como objetivo punir as empresas que estejam envolvidas em casos de corrupção. Antes apenas as pessoas físicas (gestores, administradores etc.) envolvidas em tais casos eram efetivamente punidas como responsáveis pela pratica dos crimes. Com a nova lei as empresas envolvidas poderão ser punidas administrativamente com multas que variam de 0,1% a 20% do seu faturamento ou de 6 mil reais a 60 milhões quando o faturamento não puder ser adotado como critério para penalizar.

  Uma grande inovação da lei é que a punição aos gestores, nos moldes antigos, não feria atividade comercial da empresa. Já o novo modelo serve como forma de pressionar as empresas envolvidas em esquemas de corrupção a não cometerem tais atos sob o receio de, ser praticando, estar sob o risco de ver prejudicada não somente a carreira dos seus gestores, mas a continuidade do negócio em si. Com a nova Lei, as empresas envolvidas em casos de fraude a licitações, modalidade mais praticada de ilícitos dessa natureza, podem ter interditadas parcial ou totalmente quando comprovada a sua participação nos atos ilícitos, podendo ainda ser definitivamente encerradas compulsoriamente.
A nova norma traz também a possibilidade de utilização de uma nova ferramenta, denominada Acordo de Leniência, através do qual as empresas envolvidas que contribuírem com a investigação não sofrerão o bloqueio dos seus bens, bem como a suspensão de suas atividades, ficando ainda a aplicação de multa reduzida em dois terços.
Importante salientar que a punição das empresas não afasta a possibilidade de punição direta aos seus gestores. Esse procedimento ainda segue o modelo estabelecido no Código Penal.
Também a punição não afasta necessidade de recomposição do dano causado pela atividade ilícita. Outro ponto importante traduzido pela nova Lei é a criação do CNEP (Cadastro Nacional de Empresas Punidas), que conterá informações sobre as empresas punidas com base na Lei, bem como informações relacionadas aos acordos de leniência vigentes.
Fato é que a Lei foi aprovada a toque de caixa como uma forma do Governo para mostrar atenção mais direta com o aumento sempre vertiginoso dos casos de corrupção no País. Devemos agora aguardar os efeitos ativo que a norma causara em nosso dia a dia.


*Genival Silva Souza Filho


, a Lei existe, cabe ao povo que elege estes corruptos a cobrar uma postura mais decente ou até melhor, dizer não a esses canalhas na urnas. O Brasil está nas nossas mãos!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Vergonha!


Absoluta falta de respeito com que as administrações públicas tratam o patrimônio do povo de Morretes.
Isso é uma vergonha. Nada justifica tanto descaso!
Será que o vereadores da cidade não veem isso? Ou não querem ver?

UM MOMENTO DE REFLEXÃO


INCRÍVEL ESTE TEXTO.!

“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver a traição gerada dentro de si mesma. Um Inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente entre seus amigos, dentro da estrutura que pertence, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. Esse traidor não parece um traidor; ele fala com familiaridade com suas vítimas, usufrui das vantagens dos traídos, usa suas faces para ser visto, suas roupas para ser reconhecido e apela aos sentimentos que se alojam no coração daqueles que o cercam. Ele arruína as raízes da sociedade; trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações do estado; infecta o corpo politico a que pertence a tal ponto que este sucumbe”.

O leitor do blog lendo este texto pode imaginar que eu produzi este texto referindo-me a políticos que atuam hoje no Brasil em todos os níveis, ou podem imaginar que trato aqui de pessoas específicas da politica morretense. Ledo engano, este texto foi produzido por Marco Túlio Cícero, em 42 aC, exatos 2056 anos atrás, e reflete uma realidade do nosso dia a dia neste país de politico mal feitores, que buscam no poder a sua realização pessoal, não se importando com as  verdadeiras necessidades do povo.. Cicero era Alpino, nasceu em janeiro no ano 106 aC e morreu assassinado num dezembro, no ano de 43 aC. Cícero foi filósofo, orador, escritor, advogado e politico romano.


Tenham todos uma boa sexta feira, aproveitem o feriadão e uma FELIZ PÁSCOA

domingo, 13 de abril de 2014

OS 86 ANOS DO OPERÁRIO FC


Foi um show o aniversário do Operario FC, 86 anos de glórias, uma  festa que reuniu operaristas de todos os tempos, homenagens prestadas para aqueles que muito fizeram e ainda fazem pelo OperarioFC. Nas homenagens ase destacar os grandes tricampeões, Sr.Amilton Farias e o Sr.Vitório Robassa, muita comemoração, barreado do Marcos Costa, churrasco assado pelo "Mestre" Marlus, cerveja gelada, futebol de todos os tempos, muitas conversas, encontros entre operaristas históricos, muitas histórias, enfim um dia sensacional para quem ama aquela instituição. Ontem deu um orgulho muito grande ser operarista nesta história toda, um capitulo a parte para o grande Presidente Hélio Pereira, que com seu trabalho e dedicação para o clube conseguiu mobilizar tantas pessoas novamente em volta do glorioso Leão do Litoral. Com certeza, para muitos que lá estiveram, foi um dia inesquecível.