Horas? Aqui!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Seninário ADEMADAN


Seminário Nacional: Diálogos para a Implantação da Nova Lei Florestal
(Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012)

Organização: ADEMADAN – Associação de Defesa do Meio Ambiente e do Desenvolvimento de Antonina e Petrobras – Responsabilidade Social, Gerência de Investimentos Social e Programa Petrobras Ambiental
Parceria: Secretaria Municipal de Turismo de Antonina/ Prefeitura Municipal
Patrocínio: Petrobras
Apoio: ICMbio, Ministério Público de Antonina, Hotel Camboa de Antonina
Comissão Organizadora: Eliane Beê Boldrini (ADEMANDAN/ PR, elianebeeboldrini@hotmail.com); Adriana Oliveira (aso@petrobras.com.br)
Data: 22, 23 e 24 de setembro de 2014
Local: Antonina, litoral norte do Paraná
Vagas Participação: 200
Público Alvo: Profissionais, gestores, pesquisadores, ONGs e agricultores que estão envolvidos diretamente e indiretamente com o Cadastramento Ambiental Rural em todo o país
Inscrições de Painéis: 30 vagas
Objetivo: Contribuir para a implantação no Brasil da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 Nova Lei Florestal, que estabelece normas gerais sobre a Proteção da Vegetação Nativa, Áreas de Preservação Permanente e as áreas de Reserva Legal no Brasil; a exploração florestal, o suprimento de matéria-prima florestal, o controle da origem dos produtos florestais, controle e prevenção dos incêndios florestais, e prevê instrumentos econômicos e financeiros para o alcance de seus objetivos.

Programação

22/09 Segunda-feira
- Durante o Dia Translado do Aeroporto para Antonina
- 19h Cerimonial de Abertura no Teatro Municipal
- 21h Coquetel de Confraternização na Sede da ADEMADAN

23/09 Terça-feira pela manhã – Teatro Municipal
- 8h às 9h Cadastramento na Sede da ADEMADAN, Praça Coronel Macedo, 316
- 9h às 9:40 min – A Nova Lei Florestal – Desafios para a sua implementação efetiva – Roberto Resende – Observatório do Código Florestal
- 9:40 min às 12h – Tema: Políticas Públicas Ambientais para a Implantação da Nova Lei Florestal – Diálogo com Representantes do Governo Federal e Governo do Paraná
Carlos Alberto Scaramuzza – Secretaria de Florestas e Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (SBF/ MMA)
Gabriel Lui – Secretaria de Florestas e Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (SBF/ MMA)
Mariesi Cargnin Muchalaih – DIREB/ IAP/SEMA (a confirmar)
Debate

24/09 Terça-feira à tarde Teatro Municipal
- 14 às 17h Tema: Contribuições para a Implementação da Nova Lei Florestal
José Guilherme T Leal: Diretor do DEPROS/SDC/MAPA;
Valter Bianchini: Secretário Nacional da Agricultura Familiar, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA);
Priscila Facina Monnerat: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; Escola Latino Americana de Agroecologia;
Márcia Lopes: FAO;
Efraim Rodrigues: Rede Brasileira de Restauração (REBRE).

23/09 Terça-feira a noite Teatro Municipal
19h às 21h – Mostra de Vídeos de Projetos Socioambientais que podem Contribuir com a Implantação da Nova Lei Florestal – Local: Trapiche (Feira Mar) e Sede da ADEMADAN (Praça Coronel Macedo).

24/09 Quarta-feira pela manhã Teatro Municipal
- 8h às 11h30min – Tema: Contribuições para a Implementação da Nova Lei Florestal (continuidade):
Diálogos com Representantes:
- Petrobras: Gislaine Gardelini;
- Iniciativa BNDES Mata Atlântica (Representante a definir);
- Nilo Diniz, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA;
- Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ) (Representante a definir)

24/09 Quarta-feira à tarde
- 14h às 16h – Mostra de Painéis e Publicações de Projetos Socioambientais desenvolvidos em diversos Biomas Brasileiros que podem contribuir com a Implantação da Nova Lei Florestal – Praça Coronel Macedo.
Durante o evento haverá Feira Agrícola do Litoral, incluindo Produtos Agroflorestais e Degustação da Culinária Caiçara na Praça Coronel Macedo e na Sede da ADEMADAN.
A Feira EXPONINA será organizada pela Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, da Prefeitura de Antonina.

25/09 Translado para o Aeroporto, Manhã e Tarde


sexta-feira, 18 de julho de 2014

30.000 postagens ...1.190.686 visitas!

CABE MAIS!

POSTAGENS PARA O BLOG PUBLICADAS
Hoje,18/07 atingimos a marca de 30.001 postagens recebidas e publicada, desde o dia que abrimos o blog. Quero agradecer a todos que escrevem para cá, quero agradecer a todos que visitam o blog e aqueles que leêm e dizem que não leêm, nestas 30 mil  postagens publicadas tem de tudo, denuncias, agressões, elogios, demonstrações de carinho, de ódio, de raiva, enfim esta é a função deste blog, dar ao povo de Morretes e aqueles que se interessam pela nossa linda cidade a voz necessária para que possam se manifestar sem o risco de serem coagidos, constrangidos, serem alvos de vinganças baratas, ações típicas de  gente que exerce o poder. Muitas coisas aconteceram por conta destas postagens. Algo em torno de 15.000 postagens não foram publicadas pela forma agressiva e chula de abordar o assunto. Estas postagens não são divulgadas, mas são devidamente armazenadas. Agradeço a todos, pois mesmo os que nos agridem no fundo revelam uma confiança que jamais serão cobrados e expostos. esse é o sentido do blog. 
Muito obrigado! Vamos em frente!

VISITAS AO BLOG

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Clinica Médica Dr.Dilberto Consentino


Verdades que doem....

A máscara do gigante, por Mário Vargas Llosa


Fiquei muito envergonhado com a cataclísmica derrota do Brasil frente à Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não me surpreendeu tanto. De um tempo para cá, a famosa seleção Canarinho se parecia cada vez menos com o que havia sido a mítica esquadra brasileira que deslumbrou a minha juventude, e essa impressão se confirmou para mim em suas primeiras apresentações neste campeonato mundial, onde a equipe brasileira ofereceu uma pobre figura, com esforços desesperados para não ser o que foi no passado, mas para jogar um futebol de fria eficiência, à maneira europeia.
Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.
Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.
Não houve nenhum milagre nos anos de Lula, e sim uma miragem que agora começa a se dissipar.
Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.
Tudo nasce com o governo de Luis Inácio ‘Lula’ da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências.
As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício.
O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.
As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento.
Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.
O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).
As obras da Copa foram um caso flagrante de delírio e irresponsabilidade
As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato.
Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.
As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%.
As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.
Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.
Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou.
E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo.
E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento.
É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado.
Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.
Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.
Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros.
O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.

Quem é Vargas Losa:
Vida
Nascimento28 de março de 1936 (78 anos)
ArequipaPeru Peru
Nacionalidadeperuana e espanhola
ProgenitoresMãe: Dora Llosa Ureta
Pai: Ernesto Vargas Maldonado
Dados pessoais
Alma materUniversidade Nacional de San Marcos
Universidade Complutense de Madri
Nobel prize medal.svg Nobel de Literatura (2010)
Prêmio Cervantes (1994)
Prêmio Príncipe de Astúrias (1986)
outros

*Publicado no jornal El País
*Mario Vargas Llosa, escritor, Prêmio Nobel de Literatura




terça-feira, 15 de julho de 2014

A COPA E O RÁDIO!

BRAÇOS ERGUIDOS AOS CÉUS


Com o final da Copa do Mundo aqui no Brasil, e vendo as dificuldades encontradas pelas nossas tradicionais equipes esportivas para transmitir os jogos por conta do alto custo das licenças, lembrei de meu saudoso amigo, Himmer Marcorin Lombardi Junior. O Lombardi revolucionou o rádio esportivo no Paraná, fez  com o Capitão Hidalgo, a Equipe Positiva, uma equipe de rádio esportiva que não ficava devendo nada as grandes equipes do eixo Rio São Paulo. Viajei muito com o Lombardi e assisti muitos jogos dentro da sua cabine de transmissão por esse mundo a fora, sempre admirando seu trabalho, seu profissionalismo. Dias depois do seu acidente em Antonina, estive com ele na sua casa, na rua Whashington Luis 7777, tomamos um café juntos e ali ele disse que esperava o pessoal da FORD para fechar o patrocínio da Copa do Mundo de 1994. Com toda a certeza se o velho Lomba estivesse por aqui teriamos transmissões incríveis desta Copa via rádio. Um dia perguntei a ele se não temia a transmissão de jogos pela TV e ele me disse em alto e bom tom dando uma daquelas risadas gostosas tipicas de gente de bem com a vida, disse -"Orley o brasileiro não vive sem rádio, com TV ou sem TV, o rádio sempre será o grande amigo do povo brasileiro". Todos sentem falta do Lombardi Junior, o rádio, o futebol, seus amigos, ninguém mais do que ele merecia gritar o gol de Götze, e diria " É gooooolllllllllllllllllll, é Götze, é da Alemanha, O |Maracanã está em festas,  estremece este gigante de cimento armado, este estádio que é o monumento e a glória da história do futebol brasileiro" Saudades!

A CEI, OS SEMÁFOROS, A NOTA FISCAL E OS 58 MIL REAIS......


CEI DOS SEMÁFOROS, ONDE VAI DAR?

A Comissão Especial de Inquérito que busca possíveis irregularidades na compra e instalação dos semáforos das pontes de ferro da cidade e do Porto de Cima está caminhando, sob a Presidencia do Vereador Luciano Cardoso e com a relatoria da Vereadora Flávia. Esperamos que esta CEI não tenha o mesmo destino da CEI do hospital, que deveria fiscalizar a terceirização daquela casa de saúde com a empresa HYGEA, que para pagar 880 reais para um funcionário recebia mais de 3550 reais da Prefeitura e acabou numa gloriosa pizza. E é importante dizer aqui que o funcionário menor não pode ser responsabilizado sózinho pelos possíveis erros no negócio dos semáforos. A responsabilidade é toda do Prefeito Helder, salvo se ele entender que os possíveis erros tenham sido cometidos por funcionários a sua revelia e promover as devidas denuncias na policia, para que essa responsabilize judicialmente quem cometeu ou propos tais erros. Esta ação não pode ficar impune!

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Começou a folia eleitoreira.......


Hoje cedo passei ali em frente a Prefeitura, no antigo, mastodontico e glorioso elefante branco Centro de Eventos que o Helder ganhou de presente do Requião e não teve competencia de viabilizar como equipamento turistico, aliás nem ele nem o governo que o sucedeu, e vi maquinas e carros expostos. Sempre é bom lembrar que tudo aquilo ali desde o inutil Centro de Eventos e todo o maquinário foi comprado com o dinheiro de cada um dos cidadãos de Morretes. Este equipamento ficou guardado a espera do momento oportuno, para fazer politica para o governador Beto Richa. Assim como as pontes do Rio Sagrado, que as águas de março de 2011 levaram e só agora, perto das eleições estão sendo finalizadas. A prefeitura de Morretes não tem nada a ver com isso, apenas se presta ao papel de cabo eleitoral em troca da ajuda politica que o prefeito recebe para resolver suas  pendencias judiciais. Então é muito bom que o povo de Morretes agradeça o Governador pelo bom uso do dinheiro público, não como um favor prestado ao Município. O que eles querem na verdade é o voto de todos o povo de Morretes. Afinal quem não gosta da mordomia do poder.